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28 de set. de 2010

Em comício em São Paulo, Dilma promete erradicar a miséria no país

Agência Brasil

São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prometeu erradicar a miséria no país, durante comício realizado na noite de hoje (27) no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista. "Queremos que o Brasil inteiro seja composto por uma classe média forte", disse Dilma, ao discursar para cerca de 35 mil militantes que agitavam bandeiras sob a chuva. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do ato da campanha de Dilma.

Em entrevista coletiva após o ato, Dilma voltou a falar sobre o tema, ressaltando que o desenvolvimento precisa levar qualidade de vida para toda a população. Para ampliar a renda das classes mais baixas, a candidata disse apostar em uma combinação “virtuosa” de programas de distribuição de renda e a formalização do mercado de trabalho.

Segundo Dilma, é importante que não haja apenas crescimento, mas distribuição da riqueza entre toda a sociedade. “Uma nação desenvolvida não é o PIB [ Produto Interno Bruto]”. Ela destacou ainda a importância da agricultura familiar nesse processo.

A candidata também comentou a exigência de que o eleitor apresente dois documentos no momento da votação. Para ela, a medida pode prejudicar algumas parcelas da sociedade, como os indígenas. “Achamos que quando você cria certas regras, você pode prejudicar segmentos da população.” O PT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a exigência.

A “força” da militância petista, que ficou no comício mesmo sob chuva, também foi lembrada por Dilma. Estiveram presentes no evento, diversos candidatos a deputado da coligação que apoia a petista, o candidato ao governo estadual pelo PT, Aloizio Mercadante.

Lula aproveitou o comício para falar sobre a capitalização da Petrobras, na última sexta-feira (24). De acordo com ele, foi a maior operação do tipo na “história do planeta”, o que transformou a empresa na segunda maior petrolífera do mundo. "Daqui a pouco, seremos a primeira."

O presidente criticou a falta de vagas nas universidades públicas do estado de São Paulo. Segundo Lula, elas só atendem 8% dos universitários paulistas.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/28/noticia_eleicoes2010,i=215184/EM+COMICIO+EM+SAO+PAULO+DILMA+PROMETE+ERRADICAR+A+MISERIA+NO+PAIS.shtml

26 de set. de 2010

Dilma diz que pretende ampliar linha de crédito do BNDES para cultura

Agência Brasil

De acordo com a candidata, o governo deve garantir a produção de bens culturais descentralizada, que respeite a diversidade cultural, garantindo o acesso da população a salas de espetáculos em todas as regiões do país

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo, 26, que pretende ampliar a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para abrir mais espaços culturais pelo país, principalmente salas de cinema. “Isso significa que a população brasileira tem o direito de ter acesso ao cinema, ao teatro, a bibliotecas e a todos os espetáculos de ópera clássica até as manifestações diversas dessa riqueza cultural imensa que nós temos”, disse.

De acordo com a candidata, o governo deve garantir a produção de bens culturais descentralizada, que respeite a diversidade cultural, garantindo o acesso da população a salas de espetáculos em todas as regiões do país. “Você não pode ter incentivos à cultura centralizados. Terá de ter essa diversificação para poder captar essa diferença. Essa diferença que dá também condições de mais democracia cultural no Brasil”, disse.

Dilma Rousseff defendeu que devem ser respeitados os locais onde a cultura se expressa com maior intensidade, como é o caso do Rio de Janeiro, que tem a capacidade de fomentar a cultura e torná-la um grande acontecimento para o país. “Muitas vezes o Rio de Janeiro vai ser o local que os outros estados vão utilizar para poder firmar a sua cultura. Porque o que acontece aqui nós todos brasileiros encaramos como sendo do Brasil”, afirmou.

A candidata disse ainda que para que o país estruture um projeto de Nação, são precisos, além de construir um país e uma sociedade desenvolvidas, dois elementos essenciais que, segundo ele, necessitam de incentivo. “Um é a educação de qualidade, o outro é o respeito mais absoluto a sua expressão cultural, que é o que você tem de identidade que mostra a alma desse povo, que é a nossa cultura. Por isso a questão da cultura pra mim é uma das questões mais estratégicas”.

Dilma Rousseff fez uma visita ao Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, conhecido como Feira de São Cristóvão, na zona norte da cidade. Ela ficou 25 minutos no local, e não teve como circular devido à aglomeração que se formou.

http://www.opovo.com.br/app/eleicoes/2010/09/26/noticiaeleicoes,2046398/dilma-diz-que-pretende-ampliar-linha-de-credito-do-bndes-para-cultura.shtml

21 de set. de 2010

Serra promete 13o salário para o programa Bolsa Família

RECIFE (Reuters) - Criar 13o salário para o programa Bolsa Família e aumentar em dois milhões o número de atendidos no Nordeste foram as cartas lançadas pelo presidenciável José Serra (PSDB), durante o debate SBT-TV Jornal, na noite de segunda-feira no Recife.

O candidato assegurou que o programa foi uma junção das medidas implementadas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi um continuador da proposta.

"Deu certo o Bolsa Família e se apresentam (o PT) como criadores, quando foram continuadores", criticou Serra, que também reafirmou a proposta de ampliar o salário mínimo para 600 reais e conceder reajuste de 10 por cento nas aposentadorias. Atualmente, cerca de 6,4 milhões de famílias nordestinas são beneficiadas com o Bolsa Família.

As propostas do tucano chegam na tentativa de cativar o público da região, onde sua principal adversária, Dilma Rousseff (PT), conta com 65 por cento da preferência do eleitorado, segundo dados da última pesquisa Datafolha.

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma não foi ao debate. De acordo com os últimos levantamentos, a candidata petista venceria a eleição presidencial já no primeiro turno, marcado para 3 de outubro.

Além do tucano, participaram do debate a candidata do PV, Marina Silva, e o do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio.

Serra prometeu ainda criar a Secretaria Nacional do Semi-Árido. Entretanto, se esquivou de detalhar a proposta, afirmando apenas que seu funcionamento poderá ser subordinado à Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

"Nós vamos levar a Sudene para a Presidência da República, para fazer toda essa reformulação, se concluirá pela criação de duas entidades independentes é uma coisa a ser resolvida ao longo dos primeiros meses de governo", informou o tucano.

A ausência de Dilma foi criticada pelos três participantes. José Serra foi o mais enfático, ao declarar que a presidenciável "menospreza o Nordeste". Para Plínio, que roubou a cena com suas provocações, a petista estaria com medo de explicar as denúncias envolvendo a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra. "Não veio porque é fujona!" Já Marina considerou a ausência de Dilma "uma ingratidão".

(Reportagem de Bruna Serra)

http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE68K02220100921

Atrás nas pesquisas, Serra promete reajuste para aposentados; Dilma mostra PNAD

Diego Salmen
Do UOL Eleições
Em São Paulo

Sem conseguir atingir sua rival, a petista Dilma Rousseff, nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, aproveitou seu horário eleitoral desta terça-feira (21) para fazer novas promessas para o eleitorado.

Desta vez, o tucano prometeu reajustar em 10% todas as aposentadorias e pensões concedidas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). "É o dobro do que o atual governo que dar. E eu posso garantir que vai ter recurso", afirmou o ex-governador de São Paulo.

De acordo com a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada no dia 16, Dilma lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com a preferência de 51% do eleitorado, contra 27% do candidato do PSDB. Considerando apenas os votos válidos, a petista venceria já no primeiro turno, com 57%.

Serra também reafirmou que, se eleito, irá elevar o salário mínimo para R$ 600 já no ano que vem, ante os R$ 538 estipulados pelo orçamento da União para o período. A propaganda insinuou que a verba para o reajuste seria retirada do montante destinado ao pagamento de juros da dívida.

Serra ainda voltou a mencionar os "escândalos envolvendo dinheiro federal na Casa Civil". "A política no Brasil hoje vive um problema de caráter (...) A economia melhorou, os bens materiais são importantes. Mas o que importa mesmo é o caráter", afirmou o candidato.

Dilma, por sua vez, exibiu em seu horário eleitoral obrigatório desta terça-feira alguns dos resultados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2009.

"A PNAD revelou que o número de brasileiros que saiu da miséria subiu de 24 para 28 milhões", afirmou a narração da peça. "A PNAD revelou também que o automóvel está presente em mais de 37% dos domicílios brasileiros", disse.

De posse dos números do levantamento, a campanha da ex-ministra da Casa Civil tenta reforçar a associação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja gestão é aprovada por aproximadamente 80% da população.

http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/21/atras-nas-pesquisas-serra-promete-reajuste-para-aposentados-dilma-mostra-pnad.jhtm

2 de set. de 2010

Serra promete construir metrô em locais com mais de 500 mil habitantes

Fernando Taquari | Valor

SÃO PAULO - O candidato do PSDB à Presidência, José serra, prometeu hoje, se eleito, construir linhas de metrô em todas as cidades do país com mais de 500 mil habitantes.

Ao anunciar a promessa, o tucano ressaltou que governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o setor de transportes renegado ao segundo plano. Segundo ele, as obras do metrô na capital paulista não contaram com recursos federais.

As construções do metrô pelo país serão fundamentais para gerar empregos diretos e indiretos. Sem entrar em detalhes, Serra também se comprometeu a isentar de impostos os produtos da cesta básica para os trabalhadores.

As promessas foram feitas durante o encontro do candidato com dissidentes de centrais sindicais, como CTB, Nova Central e Força Sindical, que já declararam apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) ao Palácio do Planalto. Também participaram do encontro integrantes de UGT, que tiveram permissão para apoiar qualquer candidato.

Com relação aos apelos da categoria sobre redução da jornada de trabalho, Serra não foi claro sobre como faria para reduzir de 44 horas para 40 horas a jornada de trabalho. O candidato se limitou a dizer "vamos trabalhar para materializar." Antes, o dirigente Chiquinho Pereira, da UGT, havia proposto ao candidato que estudasse a medida.

(Fernando Taquari | Valor)

http://www.valoronline.com.br/?online/politica/6/6472060/serra-promete-construir-metro-em-locais-com-mais-de-500-mil-habitantes

31 de ago. de 2010

Dilma prevê manutenção da política para salário mínimo

BRASÍLIA (Reuters) - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira que vai manter a política de reajuste do salário mínimo instituída pelo governo Lula.

O governo entregou nesta tarde ao Congresso projeto de lei orçamentária para 2011, que traz os parâmetros de recursos para o primeiro ano do próximo mandato. Segundo o Ministério do Planejamento, o salário mínimo foi fixado em 538,15 reais.

"Sem sombra de dúvida", disse Dilma a jornalistas, quando questionada se manterá a política de reajuste, caso seja eleita.

O reajuste do mínimo é calculado somando-se o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a taxa de inflação do ano em curso, neste caso, a de 2010.

Dilma previu a necessidade de negociações com as centrais sindicais.

"Eu acho que eles deram uma proposta de referência. Agora nós vamos ter de sentar e fazer o mesmo processo que o governo Lula fez com as centrais. Caso eu seja eleita, eu farei isso. Ou seja, discutir com as centrais uma proposta de longo prazo", afirmou.

Antes da entrevista, a candidata se reuniu com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, com quem discutiu a questão da qualificação profissional.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE67U0IE20100831

24 de ago. de 2010

Serra pretende retirar ICMS de medicamentos se for eleito

Promessa foi feita após encontro com empresários do setor.
Tucano fez viagem de Metrô até a estação Vila Prudente.

Maria Angélica Oliveira Do G1, em São Paulo

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse nesta terça-feira (24) que, se eleito, pretende retirar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos medicamentos mais utilizados pela população. O acesso aos medicamentos é uma das principais bandeiras de campanha do tucano, que foi ministro da Saúde no governo Fernando Henrique Cardoso.

“Quando eu era ministro tirei o PIS/Cofins sobre medicamentos de uso continuado e antibióticos. Isso é 62% do mercado. A próxima etapa é tirar também o ICMS, mas isso exige uma mudança racional que vou tocar para a frente”, disse. O tucano também criticou a política para a inclusão de novos medicamentos na lista dos genéricos. “No meu tempo, a média era de dois ou três meses. Isso se multiplicou por cinco, seis meses”, disse, atribuindo essa demora à “muita burocracia”.

As declarações foram dadas após uma caminhada pelas ruas da Vila Pudente. Antes da visita ao bairro, Serra se reuniu no começo da tarde com representantes de empresas farmacêuticas ligadas a produção de genéricos.

Serra chegou ao bairro de Metrô após embarcar na estação Ana Rosa. Ele estava acompanhado do candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin e do candidato do PMDB ao Senado, Orestes Quércia. Ele fez corpo a corpo por cerca de meia hora no comércio local. Utilizando microfone de lapela, Serra tirou fotos com pessoas que o abordaram na rua, conversou com comerciantes e entrou em algumas lojas para falar com os vendedores.

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/08/serra-pretende-retirar-icms-de-medicamentos-se-eleito.html

23 de ago. de 2010

Dilma promete crescimento econômico e valorização do salário mínimo

Folha

Durante discurso na madrugada desta segunda-feira, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prometeu "crescimento econômico com emprego" e "continuar a valorização do salário mínimo", caso seja eleita.

Alo lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma fez campanha na porta da fábrica da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo (SP). Aloizio Mercadante, candidato ao governo do PT de São Paulo, e a ex-prefeita Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado, também estiveram presentes.

Lula disse que levou Dilma ao local para ela "pegar uma energia". Segundo ele, foi na região que "tudo começou". "Muita gente morreu pela democracia neste país, muita gente foi presa. Nós começamos efetivamente a conquistar a democracia quando, em maio de 1978, a peãozada da Scania se levantou e paralisou seu trabalho. Foi neste momento que a gente percebeu que a democracia estava consolidada."

Veja os vídeos

http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/787328-dilma-promete-crescimento-economico-e-valorizacao-do-salario-minimo-veja-discurso.shtml

19 de ago. de 2010

Dilma promete universalizar acesso à água potável

Candidata petista assumiu compromisso de criar programa nos moldes do Luz para Todos

Andrea Jubé Vianna, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Após visita em Brasília à Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), órgão máximo da Igreja Católica no País, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prometeu universalizar o acesso à água potável a todos os brasileiros. Depois, ela seguiu para o Rio de Janeiro, onde participa, às 15 horas, do 8º Congresso Brasileiro de Jornais.

Segundo Dilma, no encontro com dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB, ele manifestou a preocupação de que o governo brasileiro garanta o acesso universal dos brasileiros à água potável e a uma rede de saneamento básico. Em resposta, ela prometeu desenvolver um programa nesse sentido, nos moldes do Luz para Todos, que ela lançou quando era ministra de Minas e Energia.

Lançado em 2004, com o objetivo de universalizar o acesso à energia elétrica no Brasil, o programa levou luz a mais de dois milhões de residências brasileiras, beneficiando dez milhões de pessoas, segundo dados do Ministério relativos a 2009.

No entanto, garantir a universalização da água é uma meta ainda mais ousada. Atualmente, mais de um quarto da população - 40 milhões de brasileiros - não têm acesso à água potável e mais da metade (cem milhões) não dispõe de sistema de coleta de esgotos.

Dados do próprio governo mostram que é preciso investir de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões por ano, durante 20 anos, para atingir a meta de universalização dos serviços de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-promete-universalizar-acesso-a-agua-potavel,597344,0.htm

17 de ago. de 2010

Dilma promete manter política de valorização do mínimo

ANNE WARTH - Agência Estado

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, assumiu hoje o compromisso de manter a atual política de valorização do salário mínimo do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Em acordo com as centrais sindicais, o governo se comprometeu a repassar ao mínimo a inflação (INPC) do ano anterior acrescida de um aumento real equivalente à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano precedente. "Quero hoje fazer uma declaração. Vou continuar com a política de valorização do mínimo implantada pelo governo Lula", disse Dilma, após participar de evento com integrantes de seis centrais sindicais na capital paulista.

Na avaliação da petista, a política de valorização do mínimo foi uma das responsáveis pelo crescimento do mercado interno brasileiro nos últimos anos. "Não a única", afirmou a candidata, citando também a ampliação do acesso ao crédito, os programas sociais e a geração de empregos nos últimos anos. Durante seu discurso para os sindicalistas, Dilma disse ter passado sua vida ouvindo que o aumento do salário mínimo era uma política que impedia o controle da inflação.

"O governo do presidente Lula comprovou que isso era possível", disse ela, citando a criação de 14 milhões de empregos formais nos últimos sete anos e meio de governo. "Até pouco tempo atrás, sabem o que acontecia? O Brasil vivia de bico", afirmou, referindo-se aos empregos temporários. "Se tem uma categoria que sabe o que é o desemprego são os trabalhadores que curtiram um desemprego pesado na época que nos antecedeu, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso."

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-promete-manter-politica-de-valorizacao-do-minimo,596307,0.htm

16 de ago. de 2010

Dilma promete distribuição 100% gratuita de remédios para diabetes e hipertensão

Folha

MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, prometeu nesta segunda-feira que, se eleita, terminará de implementar um programa de distribuição gratuita de medicamentos para tratamento de diabetes e hipertensão.

Segundo a candidata, atualmente o governo federal já subsidia 90% desse tipo de remédio nas rede privada, a um custo de R$ 400 milhões por ano, além de garantir a entrega de graça na rede pública. O que a petista promete é subsidiar os 10% restantes.

"Estamos nos propondo a universalizar o tratamento para as duas doenças que são as que mais incidem", disse.

Para Dilma, o aumento da arrecadação proveniente do crescimento do PIB nos próximos anos será suficiente para custear a implantação completa do SUS (Sistema Único de Saúde).

"É claro que a CPMF faz falta, mas será um grande esforço. Todos precisarão entender que uma parte de tudo o que for arrecadado a mais deverá ir para a Saúde. Eu acho que estamos numa situação boa e quando o PIB cresce, cresce também a arrecadação sem aumentar um só imposto. O que sobrar, o que arrecadar a mais terá de ir para a Saúde".

Dilma defendeu ainda investimentos em pesquisa de biotecnologia, que segunda ela, poderá assegurar ao país vantagens na negociação dos medicamentos de alto valor agregado desenvolvidos com base em ativos biológicos.

"Nesta área temos salto a dar. Antes de virar genérico, esses remédios entram no mercado como um produto de alto valor agregado", disse.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/783711-dilma-promete-distribuicao-100-gratuita-de-remedios-para-diabetes-e-hipertensao.shtml

10 de ago. de 2010

Dilma promete ampliar crédito para estimular empresas

BELO HORIZONTE (Reuters) - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prometeu ampliar a concessão de crédito se eleita e citou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como exemplo de política bem-sucedida de estímulo a empresas.

Segundo a petista, essa é uma das formas de garantir a geração "sistemática" de emprego em sua eventual gestão. Dilma negou-se a dar metas para o aumento da força de trabalho, preferindo o genérico "muitos".

Ela voltou a comemorar o saldo de postos de trabalho criados ao longo dos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva, em torno de 14 milhões, de acordo com a petista.

"Vamos criar muitos empregos. O Brasil mostrou que pode crescer sem inflação", afirmou a ex-ministra, em campanha em Belo Horizonte (MG) nesta terça-feira.

"(A política do governo) garantiu que empresas utilizassem crédito para se expandir', argumentou.

Dilma falou com jornalistas antes do comício que fará ao lado do presidente Lula e dos candidatos aliados no Estado, crucial para determinar o vencedor desta corrida. Na última pesquisa Ibope, Dilma tinha 12 pontos percentuais de vantagem sobre seu adversário tucano, José Serra.

(Reportagem de Natuza Nery)

http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE6790Q620100810

6 de ago. de 2010

Presidenciáveis fogem de temas espinhosos no primeiro debate

Folha

Temas espinhosos --que foram motivo de polêmica durante a campanha e a pré-campanha e que poderiam provocar discussões mais acaloradas entre os candidatos-- não foram citados ao longo das duas horas de debate.

Do lado tucano, a suposta relação entre o PT e as Farc, a tentativa de montagem de um dossiê contra o vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e as relações entre os governos do Brasil e do Irã não foram usadas por José Serra.

O problema da segurança em São Paulo, uma possível vulnerabilidade do candidato tucano, que governou o Estado entre 2007 e março deste ano, também não foi abordada por Dilma Rousseff, candidata do PT.

Um dos temas de vulnerabilidade aos dois lados também ficou na gaveta, mesmo nas intervenções de Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL): os mensalões do PT, revelado em 2005, e o do DEM, no governo do Distrito Federal, principal aliado de Serra, que veio a público no ano passado.

Dos temas mais recentes, apenas o caos aéreo foi levantado, mesmo assim brevemente, em resposta de Serra a uma pergunta de Dilma, ainda no começo do debate. Sem citar a Gol, companhia aérea pivô da crise, disse que 19 de 20 aeroportos brasileiros estão com capacidade saturada.

Nos temas econômicos, a sobrevalorização do real frente ao dólar e a discussão sobre a autonomia do Banco Central também foram "esquecidas" pelos postulantes ao Palácio do Planalto.


LULA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal cabo eleitoral de Dilma Rousseff, só passou a ser citado nominalmente pela candidata petista após uma hora de debate, no terceiro bloco do programa.

"Eu considero o presidente Lula foi sem dúvida alguma um dos melhores presidentes que o país teve", disse a candidata, ao formular uma pergunta para Serra.

O tucano, seu principal adversário, a acusa de se escorar na alta popularidade de Lula para se viabilizar eleitoralmente.

O tucano, por sua vez, citou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao dizer, no primeiro bloco do debate, que o Bolsa Família é derivado de outros programas criados na gestão tucana e que um dos coordenadores da campanha de Dilma, Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, "elogiou durante vários anos a política econômica" de FHC.


PROMESSAS

Sem ataques pessoais e com temas polêmicos excluídos da discussão entre os presidenciáveis, as promessas acabaram ganhando espaço no debate.

No entanto, nada de novo surgiu. Todas as propostas já haviam sido anunciadas antes, e foram apenas reiteradas. Serra, por exemplo, voltou a prometer a criação do Ministério da Segurança Pública, a criação de um milhão de novas vagas em escolas técnicas e a construção de 154 AMEs (Ambulatório Médico de Especialidades) em todo o Brasil.

Dilma voltou a prometer a construção de 500 UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento), a criação de 6.000 creches, além de defender o modelo de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) adotado no Rio de Janeiro.

O clima ameno do debate não provocou nenhum pedido de direito de resposta pelos candidatos. A plateia --formada pelo staff político dos presidenciáveis e que costuma se manifestar em debates, gerando repreensão dos debatedores-- foi notada pelos telespectadores uma única vez.

Diante da recorrência da temática da saúde nas intervenções de Serra, que usa sua passagem pelo Ministério da Saúde como capital eleitoral, Plínio de Arruda Sampaio --franco-atirador e, por isso, o mais à vontade-- disse que o tucano era "hipocondríaco, porque só fala de saúde", arrancando risos da plateia.

As biografias dos candidatos --mais um ponto de polarização entre Dilma e Serra-- acabou sendo mais explorado por Marina Silva, que, em duas oportunidades, falou de sua origem humilde.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/778694-presidenciaveis-fogem-de-temas-espinhosos-no-primeiro-debate.shtml

5 de ago. de 2010

Serra promete Esplanada enxuta

Presidenciável tucano reforça a ideia de criar um ministério voltado para as pessoas com deficiência e diz que não acolherá %u201Ccompanheiros%u201D na estrutura do primeiro escalão

Correio Braziliense - Leonardo Augusto


Poços de Caldas – O ex-governador Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado, negou ontem que tenha ocorrido algum atrito para o presidenciável tucano José Serra desistir da visita a Três Corações, permanecendo apenas em Poços de Caldas. De acordo com Aécio, “por mais que apareçam intrigas aqui e acolá, somos um grupo de políticos e queremos Serra presidente da nação”.

No sul de Minas, Serra disse que, se eleito, fará uma reforma ministerial. Ao anunciar oficialmente a proposta de criar uma pasta exclusiva para tratar da questão das pessoas com deficiência no país, o tucano prometeu “enxugar” o número de ministérios existentes. “Tem ministérios que não têm razão de ser, como é o caso do Ministério de Assuntos Estratégicos, que pode ser um departamento do Ipea. Chegando lá, vamos fazer uma revisão geral e, não tenha dúvida, não vai ter mais ministérios do que havia, mas vamos criar dois, que são essenciais: o Ministério da Segurança Pública e o Ministério Especial da Pessoa com Deficiência”, disse o presidenciável, após participar de um encontro com lideranças da Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae).

Em tom de crítica indireta ao atual governo, Serra garantiu que a criação dos dois ministérios não levará a mais inchaço da máquina pública. Questionado sobre o custo da iniciativa, Serra afirmou que a nova pasta será pequena, mas eficiente. “A verba é muito pouca, porque não vamos fazer nenhuma estrutura de empreguismo para acolher companheiros. Trata-se de fazer um órgão pequeno, mas forte, muito eficiente, para orientar o governo nesse trabalho. E muita gente virá do próprio Ministério da Saúde”, afirmou.


Extinção
O candidato não quis antecipar quais outros ministérios pretende extinguir, se eleito. “Não vou abrir o debate agora, mas vou enxugar, sem dúvida alguma, o número de ministérios, que é exagerado.” Serra prometeu ainda criar 40 hospitais de reabilitação para deficientes físicos em todo o país. Segundo ele, o ministério voltado para o setor teria condições de sair do papel já em seu primeiro mês de governo. Aécio e o candidato ao governo de Minas Gerais, Antonio Anastasia, acompanharam o tucano na agenda em Poços de Caldas.

Os dois classificaram como natural a ausência do candidato tucano no restante da agenda pelo Sul. “A agenda dele era só mesmo Poços de Caldas. Serra retornou (a São Paulo) para se preparar para o debate (de hoje) na televisão”, justificou Aécio.

NOVAS MULTAS PARA LULA E DILMA
O ministro Henrique Neves, do TSE, multou ontem o presidente Lula e a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em R$ 5 mil cada, por propaganda eleitoral antecipada durante inserção veiculada pelo PT em São Paulo em 12 de março. Também ontem, a Procuradoria-Geral Eleitoral recomendou multa de R$ 250 mil a Dilma e ao seu vice, Michel Temer, por terem exaltado a candidatura petista durante propagandas partidárias do PT.

Trata-se de fazer um órgão pequeno, mas forte, muito eficiente”
José Serra, candidato do PSDB à Presidência


Prisões liberadas

A regra que determinava a impossibilidade de prisão de eleitores cinco dias antes e 48 horas depois do dia da votação está prestes a cair por terra. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou ontem projeto que derruba a regra. Como tem caráter terminativo, o texto sai da Casa e vai diretamente para apreciação dos deputados, na Câmara, sem necessidade de passar pelo plenário do Senado.

Pelas regras atuais, os infratores só poderiam ser detidos em caso de flagrante. A partir de agora, poderão ser presos nesse período em casos de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, por desrespeito a salvo-conduto ou em casos de flagrante.

“É necessário coibir que delinquentes aproveitem da garantia da vedação de prisão nas vésperas das eleições para cometer atos criminosos”, afirma o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da proposta. “Os cinco dias anteriores às eleições e as quarenta e oito horas posteriores, período em que as ordens de prisão hoje são proibidas de ser cumpridas, podem se revelar importantes para a detenção das pessoas para quem a sociedade não pode conceder o direito de ir e vir”, completou. No que se refere aos candidatos, o veto de prisão continua valendo para 15 dias antes das eleições e 48 horas depois.

Outra proposta aprovada ontem pela CCJ cria 9.185 cargos no Ministério Público. Desses, 2.381 podem ser preenchidos sem concurso público e 1.294 funções são reservadas a servidores efetivos.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/08/05/politica,i=206127/SERRA+PROMETE+ESPLANADA+ENXUTA.shtml

4 de ago. de 2010

Dilma descarta nova CPMF e diz que é preciso ''se virar'' com menos R$ 40 bi para a saúde

Camila Campanerut
Do UOL Eleições

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira (4) que hoje não se discute a criação de uma nova contribuição para financiar a saúde pública, em substituição à CPMF, extinta em 2007. A candidata disse que será necessário "se virar" com os R$ 40 bilhões anuais a menos para investir no setor.

"Não estou discutindo a criação de um novo tributo. Só estou discutindo aqui um programa de saúde. (...) Temos que fazer o possível e o impossível com o que temos", afirmou Dilma em Brasília.

A ex-ministra da Casa Civil visitou nesta manhã o hospital público Sarah Kubitscheck, no centro de Brasília. A unidade é referência nacional no tratamento e reabilitação de deficiências motoras.

A Rede Sarah está presente em oito capitais: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Macapá, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís. No orçamento deste ano, foram destinados R$ 600 milhões à rede, que realizou cerca de 20 milhões de procedimentos em 2009.

Segundo a candidata, o Sarah pode ser uma referência para transformar locais como o Hospital de Base, outro hospital público com sérios problemas situado ao lado do Sarah, em um local com atendimento de qualidade e sem filas, desde que se invista na gestão.

Dilma afirmou que, em termos de saúde pública, seu objetivo é dar um tratamento especial ao que se refere à saúde da mulher, do pré-natal ao neonatal, e à prevenção do câncer. A candidata petista também disse que seu plano de governo ainda não está fechado, por ainda existirem negociações pendentes com os partidos aliados.

Dilma visitou a ala infantil do hospital acompanhada pela primeira–dama Marisa Letícia e pelo ex-ministro da Fazenda, o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), onde crianças cantavam e brincavam com recreadoras do hospital ao lado de familiares. A candidata conversou com as crianças e, depois, foi conhecer as instalações a convite da administração do próprio hospital.

Sobre o debate marcado para esta quinta-feira (5) na TV Bandeirantes, a petista afirmou que não está preocupada. "Ao longo da vida, tive problemas muito mais graves. Eu tenho um treino hoje, e os meus treinadores estão aqui", disse, em referência aos jornalistas presentes, em entrevista coletiva que cedeu em frente ao hospital.

http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/08/04/dilma-descarta-criar-nova-cpmf-e-diz-que-e-preciso-se-virar-com-r-40-bi-para-a-saude.jhtm

27 de jul. de 2010

Serra defende conclusão de obras de infraestrutura no Tocantins

Tucano prometeu concluir obras de eclusas da hidrovia Tocantins-Araguaia e da Ferrovia norte-sul

Jocyelma Santana, especial para o Estado / PALMAS

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra (PSDB), defendeu a conclusão de obras de infraestrutura para beneficiar o Tocantins, onde participou de eventos de campanha nesta terça-feira, 27.

O presidenciável prometeu, caso seja eleito, concluir as obras das eclusas nas hidrelétricas que já estão em funcionamento e nas que permanecem em construção no Estado. O sistema garante a navegabilidade dos rios, em especial o Tocantins, com a efetivação da hidrovia Tocantins-Araguaia.

Entre outros projetos que Serra defendeu para o Estado estão a conclusão da Ferrovia Norte-Sul (atualmente em fase de construção do trecho entre Guaraí e Palmas) e investimentos em clínicas médicas de especialidades - com ênfase na mulher.

Durante coletiva, o candidato criticou o volume de recursos destinados pelo governo federal à construção do trem bala, que liga o Rio de Janeiro à Campinas (SP). Segundo ele, o montante poderia ser direcionado para melhoria do sistema metroviário urbano das cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014.

Atraso

Com quase duas horas de atraso, o presidenciável chegou a Palmas (TO), onde fez caminhada pela Avenida JK, no centro da capital, acompanhado do candidato ao governo do Tocantins, Siqueira Campos (PSDB) e seu vice, João Oliveira (DEM). Serra entrou em lojas e cumprimentou eleitores. Alguns comerciantes instalados na avenida decidiram antecipar o fim do expediente temendo tumultos na passagem do candidato.

A caminhada, de um quilômetro, durou cerca de uma hora e meia. No escritório de uma farmácia, durante o percurso, Serra concedeu entrevista coletiva.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,serra-defende-conclusao-de-obras-de-infraestrutura-no-tocantins,586839,0.htm

8 de jun. de 2010

Dilma promete continuar com política de Lula em relação aos biocombustíveis

Folha

ANA FLOR
BERNARDO MELLO FRANCO

A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, ressaltou nesta segunda-feira a importância que o governo do presidente Lula deu ao setor de biocombustíveis, durante um evento organizado pelo setor sucroenergético.

"O governo do presidente Lula passou a dar uma prioridade aos biocombustíveis e ao etanol que não era dada nos últimos anos", disse Dilma. A pré-candidata afirmou que tem o compromisso de continuar dando importância estratégica ao setor "em qualquer circunstância que estivesse".

"Eu tenho um compromisso com vocês [de sistematicamente lutar para que o setor] não perca essa corrida tecnológica", declarou

"Temos o compromisso de continuar com a valorização do setor sucroenergético mantendo o diálogo entre nós", afirmou a pré-candidata.

Dilma também defendeu uma saída equilibrada para a mudança do código florestal no Brasil, que está em discussão no Congresso.

Assim como José Serra e Marina Silva, Dilma defendeu a unificação das alíquotas estaduais do ICMS sobre a produção de etanol.

Os três principais pré-candidatos à Presidência -- Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV)-- estão em São Paulo participando de evento organizado pelo setor sucroenergético.

Eles receberam um documento com as reivindicações do setor. Cada um tem 15 minutos para expor sua opinião sobre a questão. Não há perguntas.

Esse é o quarto encontro com a participação dos pré-candidatos.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/747065-dilma-promete-continuar-com-politica-de-lula-em-relacao-aos-biocombustiveis.shtml

31 de mai. de 2010

Serra defende curso técnico para beneficiários do Bolsa Família

Folha

BRENO COSTA
DE SÃO PAULO

O pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, prometeu hoje a concessão de bolsas para jovens beneficiários do Bolsa Família como estímulo à participação em cursos técnicos. Sem entrar em detalhes, ele disse que os cursos teriam duração de um ano e meio, aproximadamente.

Serra também falou na possibilidade de criar cursos à distância para esse público. O objetivo, segundo ele, é criar uma porta de saída para o programa de transferência direta de renda, menina-dos-olhos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É preciso ter uma febre no Brasil nessa área de escolas técnicas. No caso das famílias ligadas ao Bolsa Família nós devemos dar aos seus filhos bolsas de manutenção para que possam cursar as escolas técnicas", disse.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/743595-serra-defende-curso-tecnico-para-beneficiarios-do-bolsa-familia.shtml

29 de mai. de 2010

Marina Silva também dá suporte à Emenda nº 29

No mesmo tom dos rivais na corrida presidencial, a pré-candidata promete implementar, gradualmente, a lei que fixa percentual do Orçamento para a Saúde

Correio Braziliense

Assim como fizeram Dilma Rousseff e José Serra na quinta-feira, a presidenciável Marina Silva, do PV, endossou o apoio à Emenda Constitucional nº 29. O posicionamento em relação ao projeto que prevê a definição de um percentual mínimo de recursos para ser aplicado exclusivamente na área de saúde era esperado, até por ser um dos pleitos mais estratégicos para os 2,5 mil participantes do Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde, em Gramado (RS).

“O que eu posso dizer é que também me comprometo com aquilo que já deveria ter sido feito há vários anos”, afirmou Marina. A emenda constitucional foi aprovada pelo Congresso no ano 2000 e obrigava a União a investir 5% a mais do que havia sido transferido no ano anterior para a área de saúde, valor corrigido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB). Pelo texto, os estados teriam de repassar 12% da arrecadação para o setor e os municípios, 15%. A regra, inicialmente transitória, deveria ter vigorado até 2004, limite para que uma Lei Complementar regulamentasse a medida. O projeto, contudo, está parado na Câmara dos Deputados há mais de dois anos.

Muitos prefeitos acreditam que a Saúde poderia receber até R$ 20 bilhões a mais por ano com a emenda. O governo federal reluta em aceitar a vinculação enquanto não for apontada uma fonte segura para os recursos que terá de aplicar. “O período eleitoral é um momento mágico, no qual todas as janelas são abertas e aquilo que era impossível se torna possível com uma facilidade incrível”, ironizou a pré-candidata, em referência a Serra e a Dilma, que também se comprometeram com o tema.

Segundo ela, a implementação da Emenda nº 29, num potencial governo do PV, seria gradual e o dinheiro viria de remanejamentos do Orçamento federal, depois de um “debate qualificado com a sociedade”. Marina foi muito aplaudida quando disse, diante dos gestores municipais, que a não regulamentação transfere a conta da Saúde de estados e da União para as prefeituras.

Inferno
Em vários momentos, Marina usou a própria história como exemplo de seu “compromisso” com o funcionamento da saúde pública. Ela relatou que o pai, de 82 anos, e os irmãos são usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e relembrou uma passagem de sua vida, em que recebeu tratamento errado quando vivia em um seringal no Acre. Aos 14 anos, ela sofria de hepatite, foi tratada com remédios para malária e acabou desenganada. “O médico olhou para mim e para minha tia, que havia me levado, e disse: ‘Essa daí já está com a alma no inferno há muito tempo’. Quando vocês falam em acolhimento e em humanização da saúde, eu tenho um compromisso visceral com isso”, afirmou.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/05/29/politica,i=195123/MARINA+SILVA+TAMBEM+DA+SUPORTE+A+EMENDA+N+29.shtml

28 de mai. de 2010

Serra promete assumir Sudene no primeiro semestre de seu governo

Folha

DE SÃO PAULO


O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, prometeu nesta sexta-feira que, se for eleito, irá comandar pessoalmente a Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste) nos seis primeiros meses de seu governo.

"Vou acumular o trabalho de presidente da República com o de presidente da Sudene", afirmou o tucano, durante o lançamento na pré-candidatura do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao governo de Pernambuco.

Segundo Serra, a ideia é que ele comande uma reforma no órgão responsável por incentivar o crescimento econômico do Nordeste.

É na região que a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, tem o melhor desempenho segundo as pesquisas de intenção de voto. Pesquisa Datafolha, divulgada no último dia 22, mostra que ela tem 44% das intenções enquanto Serra aparece com 33%.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/742331-serra-promete-assumir-sudene-no-primeiro-semestre-de-seu-governo.shtml