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15 de out. de 2010

Em cenário estável, Dilma mantém vantagem de oito pontos sobre Serra, diz Datafolha

Folha

ALEC DUARTE
EDITOR-ADJUNTO DE PODER

A segunda pesquisa Datafolha no segundo turno da eleição presidencial apresenta um cenário de estabilidade. Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos (excluem brancos, nulos e indecisos), contra 46% de seu oponente, José Serra (PSDB).

Os dados são exatamente os mesmos registrados em levantamento realizado na semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A taxa de indecisos, porém, oscilou para cima e agora está em 8% (era 7% na pesquisa anterior). Os que pretendem anular o voto ou votar em branco, 4%, eram em número idêntico na semana anterior.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/815388-em-cenario-estavel-dilma-mantem-vantagem-de-oito-pontos-sobre-serra-diz-datafolha.shtml

30 de set. de 2010

Nova pesquisa Datafolha mantém indefinição sobre segundo turno

Agência Brasil


Brasília - O Instituto Datafolha divulgou durante a madrugada de hoje (30/9) uma nova pesquisa sobre intenção de voto para a eleição presidencial do próximo domingo (3). De acordo com o levantamento, Dilma Rousseff (PT) tem 52% dos votos válidos, contra 31% de José Serra (PSDB) e 15% de Marina Silva (PV).

Na pesquisa estimulada, Dilma tem 47% das intenções de voto, José Serra, 28%, e Marina, 14%. Plínio de Arruda Sampaio (P-SOL) teve 1% das intenções de voto, e os demais cinco candidatos não atingiram juntos 1%. O percentual de indecisos é de 6%, e outros 3% declararam que votarão em branco ou nulo.

Ao comparar os dados da pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira (28), Dilma cresceu 1 ponto percentual. Serra e Marina mativeram o mesmo índice de intenção de voto na pesquisa estimulada – 28% e 14%, respectivamente.

A soma das intenções de voto dos adversários de Dilma é de 48%. Nesse cenário, a petista estaria eleita no primeiro turno, pois precisa de 50% dos votos válidos mais um. A margem de erro amostral da pesquisa, no entanto, não permite assegurar nenhum prognóstico. Segundo cálculo do Datafolha, as intenções de voto podem variar 2 pontos percentuais.

O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo e feito entre os dias 28 e 29. Foram ouvidas 13.195 pessoas em 480 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 33.119/2010.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/30/noticia_eleicoes2010,i=215570/NOVA+PESQUISA+DATAFOLHA+MANTEM+INDEFINICAO+SOBRE+SEGUNDO+TURNO.shtml

Dilma estanca queda e oscila 1 ponto para cima--Datafolha

Por Eduardo Simões

SÃO PAULO (Reuters) - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, oscilou 1 ponto para cima em pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Datafolha, e interrompeu a trajetória de queda observada nos dois levantamentos anteriores do instituto.

Segundo o levantamento, encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Rede Globo, Dilma tem 52 por cento dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, contra 51 por cento no levantamento anterior realizado no início desta semana. A soma de votos válidos dos demais candidatos variou de 49 para 48 por cento.

Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou para menos, os votos válidos de Dilma podem variar de 50 a 54 por cento, de acordo com o instituto. Já a soma de votos válidos dos adversários pode ir de 46 a 50 por cento. E como são necessários 50 por cento dos votos válidos mais um para decidir a eleição no domingo, o Datafolha aponta incerteza sobre as chances de realização de uma segunda rodada de votação.

Se considerados todos os votos, Dilma variou um ponto para cima entre a pesquisa realizada segunda-feira, para 47 por cento. José Serra (PSDB) manteve os 28 por cento e Marina Silva (PV) ficou com os mesmos 14 por cento do levantamento anterior.

O candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, ficou com 1 por cento dos votos. Os demais candidatos não atingiram 1 por cento, 3 por cento declararam voto branco ou nulo e 6 por cento disseram não saber.

Com a variação, a petista pôs fim a uma trajetória de perda de votos. Segundo o Datafolha, entre os dias 15 e 27 deste mês, Dilma perdeu cinco pontos. Esse período coincidiu com as denúncias de tráfico de influência que atingiram a Casa Civil e provocaram a demissão de Erenice Guerra, ex-assessora de Dilma, do comando da pasta.

Na simulação de um segundo turno entre Dilma e Serra, a petista oscilou um ponto para cima em relação à pesquisa anterior e agora tem 53 por cento. Serra manteve os 39 por cento da sondagem anterior, 5 por cento disseram que votarão em branco ou anularão o voto e 3 por cento disseram não saber.

Na pesquisa espontânea, quando não é apresentada uma lista dos candidatos ao eleitor, Dilma tem 38 por cento, contra 22 por cento de Serra e 11 por cento de Marina.

Na quarta-feira, Ibope e Sensus também divulgaram pesquisas sobre a corrida presidencial e ambos os institutos apontaram vitória de Dilma já no primeiro turno, que será disputado no domingo .

O Datafolha entrevistou 13.195 pessoas entre terça e quarta-feira em 480 municípios.

DILMA SEGUE LÍDER EM TODAS REGIÕES

A candidata do PT manteve a liderança em todas as regiões do país, apontou o Datafolha. A situação mais confortável para a ex-ministra é no Nordeste. Nessa região, Dilma tem 59 por cento da preferência do eleitorado, contra 21 por cento de Serra e 10 por cento de Marina.

No Sudeste, a petista tem 43 por cento, Serra 30 por cento e Marina 17. No Norte e no Centro-Oeste, Dilma aparece com 43 por cento, ante 31 por cento de Serra e 19 de Marina. No Sul, a ex-ministra soma 42 por cento, ante 35 de Serra e 10 de Marina.

Favorita para se tornar primeira mulher a presidir o Brasil, Dilma tem vantagem maior entre o eleitorado masculino do que o feminino. Entre os homens, 52 por cento declaram voto na petista, contra 26 que preferem Serra e 13 por cento que declara voto em Marina.

Entre as mulheres, a candidata do PT soma 43 por cento, ante 31 por cento de Serra e 15 de Marina.

http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE68T0JY20100930

29 de set. de 2010

Crescimento de Marina Silva na reta final anima correligionários

Diferença entre ela e Serra, contudo, ainda é expressiva

Correio Braziliense - Alice Maciel

“Tentaram me ignorar, mas agora não dá mais.” Com esse tom e apostando na chance de chegar ao segundo turno no domingo, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, tentou disseminar no eleitorado ontem, tanto em Belém quanto em Juiz de Fora (MG), a aura de otimismo que considera essencial para consolidar a “onda verde” na reta final da corrida presidencial. “Eu acredito na confiança dos cidadãos e cidadãs e na capacidade de cada um de querer um Brasil melhor”, disse “O Brasil vai decidir no segundo turno se quer a Silva ou uma Rousseff”, afirmou.

Marina atribuiu seu crescimento nas pesquisas ao posicionamento propositivo adotado na campanha, longe do vale-tudo eleitoral. A ex-ministra confia que pode vencer as eleições se passar da primeira rodada, por meio do horário eleitoral, que será o mesmo entre os dois concorrentes. “Com um minuto e vinte nós conseguimos mobilizar as pessoas e, com certeza, com o mesmo tempo, as pessoas vão poder tomar uma decisão com mais clareza, de forma mais confiante”, completou.

O problema de Marina é que a distância dela para José Serra, atualmente o segundo colocado nas sondagens eleitorais, é de mais de 10 pontos percentuais. Segundo Marina, as pesquisas não estão conseguindo alcançar a mobilização da população de todo país e captar o que chamou de onda verde. A candidata disse que nesta reta final não vai modificar a estratégia e negou tratar um candidato ou outro diferentemente. Segundo Marina, sua atitude é de explicitar seu posicionamento e de contribuir para que os concorrentes possam explicitar os seus. “Por que o PSDB e o DEM sempre fizeram críticas ao Bolsa Família e agora estão dizendo que vão dobrar e que vão dar o 13°? A pergunta que eu tenho feito é se fizeram uma auto-crítica ou se é só um discurso para ganhar eleição”, acrescentou.

Marina voltou a afirmar que se vencer o pleito não vai deixar nenhum partido de fora e vai governar o país com o melhor do PT, do PMDB, do PSDB e do DEM. Ela afirmou que vai oxigenar a política. “O país está cansado dessa briga entre vermelhos e azuis”, afirmou. Ela acredita que terá apoio dos dois lados. “Os militantes do PT estão incomodados com as alianças incoerentes que foram feitas e os do PSDB estão incomodados com o promessômetro que se transformou a candidatura de José Serra.”

Conquistas
A candidata disse ainda que vai manter as conquistas dos governos das duas legendas (PT e PSDB) , como o Bolsa Família e o Plano Real, respectivamente. “Mas vamos reparar os erros que hoje existem na educação, onde 40% das nossas crianças não chegam sequer à oitava série.” Além de Belém, Marina visitou Juiz de Fora. A ex-ministra, que é evangélica, participou de um encontro do Conselho de pastores e fez corpo a corpo pelas ruas da cidade no fim do dia. Ela voltou a dizer que é contra o aborto e a liberação das drogas. “Eu tenho defendido o plebiscito para que a sociedade brasileira, na sua maioria, possa debater e decidir. A sociedade brasileira é diversa e a nossa campanha está conversando sobre essa questão. Eu sempre tive uma posição muito clara em relação àquilo que eu defendo publicamente.”

Eu acredito na confiança dos cidadãos e cidadãs e na capacidade de cada um de querer um Brasil melhor”
Marina Silva, candidata do PV à Presidência

Esperança no PSDB

Desde sempre o discurso do candidato tucano à Presidência, José Serra, é de não comentar pesquisas. Ontem, contudo, diante da possibilidade mais factível de um segundo turno entre ele e Dilma Rousseff, de acordo com as projeções do Datafolha divulgadas ontem, o tucano não negou que recebeu uma injeção de otimismo. “Estou confiante como sempre. Acho que vai haver segundo turno, mas não me guio por pesquisas”, comentou José Serra, durante visita a Salvador.

“Nesta mesma época, em 2002, ninguém achava que eu ia para o segundo turno. Depois, achavam que eu ia ter 30% (dos votos) e eu tive quase 40%”, ressaltou. “Na eleição para prefeito de São Paulo foi a mesma coisa, achavam que a Marta Suplicy ia ganhar no primeiro turno e, no segundo turno, que eu ia ganhar por pouco e ganhei por mais. Isso é normal.”

Serra viajou à capital baiana para receber o título de cidadão soteropolitano, concedido pela Câmara Municipal. A Região Nordeste é um dos focos de investimento do tucanato porque é ali que Lula e, por consequência, Dilma, têm grande quantidade de votos. Durante o evento, Serra falou sobre a liberdade de imprensa, citando autores baianos. “Como não citar o grande poeta Gregório de Matos, que nenhuma censura conseguiu calar? Ele exerceu com lucidez e clareza sua crítica política, pagou o preço pela sua ousadia, mas deixou uma obra imortal”, lembrou. “Desconfio que se Gregório existisse ainda hoje, talvez algum dos censores que andam por aí tentasse calar.”

Depois da cerimônia na Câmara, Serra se reuniu com dom Geraldo Magella Agnelo, cardeal de Salvador e arcebispo-primaz do Brasil, na Cúria Metropolitana. No encontro, Agnelo entregou a Serra documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que prega o voto em “pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família e à dignidade humana”.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/29/noticia_eleicoes2010,i=215361/CRESCIMENTO+DE+MARINA+SILVA+NA+RETA+FINAL+ANIMA+CORRELIGIONARIOS.shtml

Ibope e Sensus indicam eleição de Dilma no 1o turno

Raymond Colitt e Natuza Nery

BRASÍLIA (Reuters) - A candidata governista à Presidência, Dilma Rousseff (PT), ainda tem uma boa chance de vencer a eleição presidencial no primeiro turno, no próximo domingo, apesar de escândalos recentes que afetaram sua campanha, mostraram duas pesquisas divulgadas nesta quarta-feira.

Os dois levantamentos mostraram Dilma confortavelmente acima dos 50 por cento dos votos válidos, que ela precisa para evitar um segundo turno no dia 31 de outubro contra José Serra (PSDB) e para se tornar a primeira mulher presidente do Brasil.

A ex-ministra-chefe da Casa Civil do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu 3 pontos percentuais na pesquisa realizada pelo instituto Sensus, para 47,5 por cento. Ela, no entanto, ainda tem 54,7 por cento dos votos válidos, quando são excluídos os brancos e nulos, de acordo com o levantamento, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT)

Dilma aparece com 55 por cento dos votos válidos em uma outra pesquisa, realizada pelo Ibope por encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mesmo patamar em que estava na pesquisa deste instituto na semana passada

Serra, ex-governador de São Paulo, não conseguiu tirar vantagem da perda de fôlego de Dilma e perdeu 1 ponto percentual, para 27 por cento no levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), e registrou 25,6 por cento na sondagem do Sensus.

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, candidata do PV, que tem poucas chances de chegar a um eventual segundo turno, ficou com a maioria dos votos perdidos pelos adversários nas pesquisas recentes. Ela subiu quase 3 pontos, para 11,6 por cento na pesquisa Sensus, e 1 ponto, para 13 por cento, no Ibope.

Dilma, que aos 62 anos disputa sua primeira eleição, tem se aproveitado da popularidade de Lula e do bom momento econômico para liderar em todas as pesquisas.

De acordo com o Sensus, somente 4 por cento dos eleitores desaprovam o governo Lula, numa sinalização da batalha enfrentada por Serra nesta eleição.

Dilma viu sua vantagem ser reduzida recentemente, em meio a denúncias de corrupção que levaram à demissão de sua ex-assessora Erenice Guerra do comando da Casa Civil.

EFEITO DE ESCÂNDALOS PERDEM FORÇA?

Os 55 por cento dos votos válidos para Dilma representam 6,3 milhões de votos acima da marca dos 50 por cento, segundo o diretor do Sensus, Ricardo Guedes. Para ele, os efeitos de denúncias de corrupção é limitado e é improvável que anule a vantagem de Dilma.

"Um tipo de fadiga da corrupção está se estabelecendo", disse Guedes, acrescentando que os eleitores de menor renda e de menor escolaridade estão decididos em seu apoio a Dilma por conta das medidas adotadas no governo Lula que agudaram a tirar milhões de pessoas da pobreza.

Rafael Lucchesi, diretor da CNI, faz raciocínio semelhante. "(O caso Erenice) pode ter tido um impacto grande na opinião pública, mas não se refletiu objetivamente no quadro eleitoral."

Uma pesquisa do Datafolha divulgada na terça-feira mostrou perda de apoio a Dilma na classe média, aumentando as chances de a eleição ser decidida no segundo turno .

As duas pesquisas divulgadas nesta quarta-feira mostram que Dilma venceria Serra facilmente num eventual segundo turno, com vantagem de cerca de 20 pontos percentuais.

O Ibope ouviu 3.010 pessoas entre os dias 25 e 27 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais. O Sensus entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 26 e 28 de setembro e a margem de erro de seu levantamento é de 2,2 pontos percentuais.

http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE68S0O520100929

28 de set. de 2010

Vantagem de Dilma sobre a soma dos adversários cai a 2 pontos, diz Datafolha

Folha

A seis dias da eleição, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, já não tem mais garantida a vitória em primeiro turno, revela nova pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país.

Segundo o levantamento, Dilma agora perde votos ou oscila negativamente em todos os estratos da população.

Nos últimos cinco dias, Dilma perdeu três pontos percentuais entre os votos válidos que decidirão o pleito. Ela recuou de 54% para 51% --e precisa de 50% mais um voto para ser eleita.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Dilma pode ter 49% dos votos válidos. Ou 53%, o que a levaria ao Planalto sem passar por um segundo turno eleitoral.

Editora de Arte/Folhapress


Ainda considerando os votos válidos, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, apenas oscilou positivamente, de 31% para 32%.

Marina Silva, do PV, também oscilou positivamente dentro da margem de erro. Passou para 16%, ante os 14% que tinha na última pesquisa, realizada entre os dias 21 e 22 de setembro.

Houve queda ou oscilação negativa para a candidata escolhida pelo presidente Lula para sucedê-lo em todos os estratos da população, nos cortes por sexo, região, renda, escolaridade e idade.

Uma das maiores baixas (queda de 5% nas intenções de voto) se deu entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos (entre R$ 1.020,00 e R$ 2.550,00). Cerca de 33% da população brasileira se encaixa nessa faixa de renda.

Dilma vem perdendo votos desde a segunda semana de setembro. Foi quando o escândalo envolvendo tráfico de influência na Casa Civil levou ao pedido de demissão de sua ex-principal assessora, Erenice Guerra.

De lá para cá, o total das inteções de voto em Dilma caiu de 51% para 46%. Já a soma de seus adversários subiu de 39% para 44%.

Considerando somente os votos válidos, a diferença entre Dilma e os demais candidatos despencou de 14 pontos há duas semanas para dois pontos agora.

A pesquisa mostra também que houve forte "desembarque" da candidatura Dilma entre as mulheres (queda de 47% para 42%) e entre os eleitores mais escolarizados, com curso superior.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Serra, a vantagem da petista também caiu. No levantamento anterior, Dilma tinha 55% das intenções de voto. Agora, tem 52%. Serra, que antes tinha 38%, agora tem 39%.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/805607-vantagem-de-dilma-sobre-a-soma-dos-adversarios-cai-a-2-pontos-diz-datafolha.shtml

24 de set. de 2010

Marina cresce e empata com Serra no Rio

Folha

PLÍNIO FRAGA
DO RIO

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, ganhou mais de 1 milhão de votos no Estado do Rio de Janeiro em dois meses e empatou com José Serra (PSDB) entre os eleitores fluminenses.

O Rio caminha para, mais uma vez, destoar do resto do país ao votar. O crescimento verde pode ser explicado por um vácuo político em um eleitorado de 11,6 milhões de pessoas --o terceiro do país-- bem informado e com forte presença evangélica.

Segundo o Datafolha, Marina tem 22% das intenções de voto no Rio --dez pontos percentuais a mais que em julho e nove pontos a mais que sua média nacional, de 13%--, o que representa mais de 2,5 milhões de eleitores.

No mesmo período, Serra perdeu oito pontos --tem 23%--, o que configura empate técnico com a candidata do PV, estando no Rio oito pontos abaixo de sua média nacional. A petista Dilma Rousseff é líder com 45% --quatro a menos que sua média nacional.

Na cidade do Rio, Marina atinge 24% dos votos contra 21% do tucano. No Distrito Federal, Marina também está na frente de Serra (26% a 23%), mas nos dois casos estão tecnicamente empatados em razão da margem de erro de dois pontos percentuais.

O sociólogo Antônio Lavareda, analista de pesquisas que presta serviços ao Partido Verde, atribui o comportamento de Marina ao "perfil diferenciado" do eleitorado.

"São regiões em que o tamanho relativo das camadas de maior escolaridade e renda --público que não só é mais receptivo a Marina, mas que também a conhece mais-- é maior, facultando assim esse crescimento."

Marina tira votos de Dilma e de Serra, crescendo mais nos segmentos de alta renda e escolaridade. Pesquisa nacional do Datafolha divulgada ontem mostra Dilma com 49%, Serra com 31% e Marina com 14%.

Em 2006, no primeiro turno, a candidata do PSOL, Heloisa Helena, obteve 17,1% dos votos no Estado, mas apenas 6,9% no país. Sua performance fez minguar a candidatura do tucano Geraldo Alckmin, que teve no Rio 28,9% contra 41,6% dos votos no país.

Para o cientista político Cesar Romero Jacob, professor da PUC-RJ e especialista em análise de mapas eleitorais, a viabilidade de Marina depende do voto útil --se Dilma não tivesse deslanchado, ela poderia ter sido depositária dos votos do lulismo.

No atual momento de campanha, ela pode se beneficiar do voto útil dos que veem a candidatura tucana empacada. "Isso pode se tornar um problema grave para o Serra no final da campanha", diz.

Jacob afirma que há um vácuo político no Rio em razão da desintegração do que chama de família brizolista, aliados e ex-aliados do líder gaúcho que venceram 5 de 7 eleições para o governo do Estado desde 1982.

"Nos anos 2000, ocorre uma crise de hegemonia que abre espaços para um político pós-Brizola como Sérgio Cabral. Justifica, por exemplo, o surgimento de uma candidatura com força como a de Marcelo Crivella, a boa votação de Heloisa Helena em 2006 e agora o crescimento de Marina", afirma.

O ex-prefeito César Maia, candidato ao Senado pelo DEM, aliado estadual do PV na candidatura ao governo de Fernando Gabeira e nacionalmente alinhado com Serra, aponta outra vertente para o crescimento de Marina: "Ela cresce pelo voto evangélico". Marina converteu-se à Assembleia de Deus em 1997.

O último Censo apontou que 15% dos brasileiros se dizem evangélicos, mas lideranças religiosas afirmam que os evangélicos no Rio chegam a 25% do eleitorado.

Ao lado do apoio de Lula, o eleitorado evangélico é responsável por manter Marcelo Crivella (PRB) com 40% das intenções de voto ao Senado, apesar de seu pouco tempo de televisão --cerca de 1 min. Crivella tem sua base entre os evangélicos ligados à Igreja Universal, da qual foi bispo.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/803995-marina-cresce-e-empata-com-serra-no-rio.shtml

22 de set. de 2010

Dilma segue na frente, mas vantagem sobre adversários cai 5 pontos, diz Datafolha

ALEC DUARTE
EDITOR-ADJUNTO DE PODER

Nova pesquisa presidencial Datafolha divulgada nesta quarta mostra que a diferença entre a candidata do PT, Dilma Rousseff, para os demais adversários somados caiu cinco pontos percentuais (de 12 para 7 pontos) com relação ao levantamento anterior, realizado nos dias 13, 14 e 15.

Editora de Arte/Folhapress


A petista agora aparece com 49% (tinha 51% há uma semana), contra 42% de todos os outros postulantes (que apareciam com 39%). José Serra (PSDB) está em segundo, com 28% (tinha 27% na semana passada), enquanto Marina Silva oscilou positivamente dois pontos percentuais e passou de 11% para 13%.

É o primeiro levantamento do instituto após as revelações de tráfico de influência e a consequente crise que culminou com a demissão da sucessora de Dilma na Casa Civil, Erenice Guerra --52% dos entrevistados disseram ter tomado conhecimento do caso, mas apenas 13% julgam-se bem informados sobre o episódio.

Estável, avaliação de Lula aponta aprovação de 78%, diz Datafolha
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Brancos e nulos somam 3% na nova pesquisa (ante 4% da semana passada), enquanto 5% dos eleitores entrevistados se declaram indecisos (dois pontos percentuais a menos do que o cenário dos dias 13, 14 e 15).

As movimentações estão dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Segundo o Datafolha, pesquisa a ser feita na próxima semana deverá mostrar se trata-se de uma tendência ou apenas um registro do momento em que o levantamento foi realizado.

Dilma caiu principalmente nos segmentos dos que possuem renda familiar mensal entre 5 e 10 salários mínimos (10 pontos), nível superior de escolaridade (três pontos) e têm entre 35 e 44 anos (quatro pontos).

O crescimento de Marina Silva se deu entre os mais escolarizados (onde a verde cresceu quatro pontos) e os que têm renda de 5 a 10 salários mínimos, faixa em que a candidata do PV saltou de 16% para 24% (Serra subiu de 28% para 34%).

VOTOS VÁLIDOS

Considerados apenas os votos válidos (excluindo-se, portanto, brancos e nulos), a candidata petista, que figurava com 57% no levantamento anterior, lidera a corrida presidencial com 54% das intenções de voto. José Serra (PSDB) está com 31% (tinha 30%), e Marina Silva (PV), chegou a 14%.

Quanto menor a diferença entre o líder das intenções de voto e os demais candidatos, maior a probabilidade de um segundo turno (para ser eleito numa única rodada de votação, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos ou superar a soma de seus rivais).

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Rui Pimenta (PCO), Ivan Pinheiro (PCB) e Levy Fidélix (PRTB) não atingiram 1% (porém foram mencionados e, juntos, equivalem a essa parcela da votação).

SEGUNDO TURNO

O Datafolha também perguntou aos eleitores como eles se comportariam num eventual segundo turno entre Dilma e Serra. A petista receberia 55% (dois pontos a menos que no levantamento da semana passada), enquanto o tucano ficaria com 38%, três pontos percentuais a mais do que exibia na semana passada.

A pesquisa, contratada pela Folha e pela Rede Globo, foi realizada nos dias 21 e 22, em 444 municípios de todo o país, com 12.294 eleitores. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 31.330/2010.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/803202-dilma-segue-na-frente-mas-vantagem-sobre-adversarios-cai-5-pontos-diz-datafolha.shtml

Marina e Serra lideram votação na USP, aponta Datafolha

Folha

Marina Silva (PV) aparece na frente entre os alunos da USP (Universidade de São Paulo), José Serra (PSDB) é o preferido dos professores e Dilma Rousseff (PT), dos funcionários, aponta pesquisa Datafolha em parceria com a ECA/USP (Escola de Comunicação e Artes).

No total, Marina tem 30% das intenções de voto na maior universidade pública do país, empatada tecnicamente com Serra (27%). Dilma obteve 21%, e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), 7%.

O levantamento foi realizado de 14 a 16 de setembro em 29 faculdades ou institutos da USP na cidade de São Paulo. Foram ouvidos 1.014 entrevistados: 698 alunos de graduação ou pós, 154 professores e 162 funcionários.

A margem de erro máxima é de três pontos, para mais ou para menos. A pesquisa de campo foi conduzida por alunos de jornalismo da ECA e processada pelo Datafolha.

Entre os estudantes, Marina tem 31%, Serra 28% (empate técnico) e Dilma, 20%. No corpo docente, Serra registra 38%, seguido por Dilma (25%) e Marina (22%). Os funcionários preferem a petista (37%, contra 28% da verde e 14% do tucano).

Na divisão pelas principais faculdades, Serra lidera na FEA (Economia e Administração), na Poli (Engenharia) e em Medicina e Direito.

Marina ganha na FAU (Arquitetura), no IME (Matemática) e na EACH (Artes, Ciências e Humanidades), no campus da Zona Leste.

Dilma e Marina empatam na liderança na FFLCH (Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e na ECA.

Comparada à última pesquisa nacional Datafolha, a da USP mostra que Plínio e Marina têm as maiores evoluções. Ele não alcança nem 1% no país, e ela tem 11%. Dilma lidera com 51%. Serra tem 27% em ambas.

Se na pesquisa nacional a soma de nulos, brancos e "nenhum candidato" é de 4%, na da USP atinge 10%.

Com 39%, o tucano Geraldo Alckmin é o preferido da USP ao governo paulista.

Aloizio Mercadante (PT) tem 25%, e Paulo Skaf (PSB) pontua 6%.

A popularidade do presidente Lula --que na última pesquisa nacional atingiu 79%-- é de 53% na da USP.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/802881-marina-e-serra-lideram-votacao-na-usp-aponta-datafolha.shtml

16 de set. de 2010

Dilma oscila para 51% e se distancia 24 pontos de Serra, diz Datafolha

Folha

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

Apesar do intenso noticiário das últimas semanas sobre a quebra dos sigilos fiscais de tucanos, a corrida presidencial entrou em fase de alta estabilidade nas taxas de intenção de voto dos principais candidatos.

Dilma Rousseff (PT) venceria a disputa no primeiro turno se a eleição fosse hoje.

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Segundo pesquisa Datafolha nos dias 13 a 15 deste mês com 11.784 entrevistas em todo o país, a petista tem 51%. Oscilou um ponto percentual para cima em relação ao levantamento anterior, dos dias 8 e 9. A margem de erro máxima é de dois pontos, para mais ou para menos.

Editora de Arte/Folhapress - Ilustração Gustavo Duarte


Quando se consideram só os votos válidos, os dados apenas aos candidatos (excluindo-se os brancos e os nulos), Dilma vai a 57%.

José Serra (PSDB) ficou exatamente como há uma semana, com 27%. Marina Silva (PV) também repetiu sua taxa de 11%. Em votos válidos, o tucano tem 30%. A verde fica com 12%. Há 4% que dizem votar em branco, nulo ou nenhum. Outros 7% se declaram indecisos.

Os demais seis candidatos não pontuaram, segundo o Datafolha --que realizou a pesquisa sob encomenda da Folha e da Rede Globo.

ESCÂNDALO DA RECEITA

O levantamento comprovou que teve impacto mínimo até agora, quase imperceptível, o escândalo da quebra de sigilo de tucanos e da filha de Serra, Veronica.

O Datafolha apurou que 57% dos eleitores tomaram conhecimento do assunto. Mas, apesar de a maioria conhecer o caso, só 12% se consideram bem informados a respeito.

As taxas de maior conhecimento estão entre os mais escolarizados (86%) e os que têm maior renda mensal (84%). Mas esses segmentos são minoritários no eleitorado e não provocaram alterações no quadro geral.

Numa estratificação apenas dos que se declaram mais bem informados, a taxa de intenção de votos de Dilma fica em 46% (contra os 51% no cômputo geral). Serra vai a 33% e Marina oscila para 14%. Ou seja, a soma do tucano com a verde daria 47%, e o cenário seria de um possível segundo turno.

No outro extremo, entretanto, quando são separados apenas os eleitores que nunca ouviram falar do caso da quebra de sigilos fiscais de tucanos, Dilma vai a 53%, Serra desce a 24% e Marina pontua apenas 8%.

A estabilidade do quadro geral apurado pelo Datafolha também aparece em quase todos os segmentos pesquisados pelo instituto.

SEGUNDO TURNO

Na simulação de segundo turno, Dilma venceria com 57%, contra 35% de Serra. Os percentuais eram 56% e 35% há uma semana.

Do ponto de vista geográfico, as únicas variações significativas e além da margem de erro ocorreram no Paraná, no Rio Grande do Sul, em Brasília e em Belo Horizonte.

Dilma perdeu oito pontos em Curitiba (PR) e voltou a ficar atrás de Serra nessa capital. A petista tem 28%, contra 36% do tucano. No Paraná como um todo, ela recuou cinco pontos --mas ainda lidera por 41% a 35%.

A petista também piorou seu desempenho em Brasília, saindo de 51% para 43%, mas continua líder porque Serra está com 21%.

No Rio Grande do Sul e em Belo Horizonte ocorreu o inverso, com Dilma melhorando seu desempenho. Entre os gaúchos, a petista foi de 43% para 45%, e Serra desceu de 38% para 34%.

Na capital mineira, a petista foi de 40% para 44%. Serra oscilou de 23% para 25%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 30014/2010.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/799460-dilma-oscila-para-51-e-se-distancia-24-pontos-de-serra-diz-datafolha.shtml

14 de set. de 2010

Pesquisa CNT/Sensus aponta Dilma com 50,5% e Serra com 26,4%

Camila Campanerut
Do UOL Eleições


Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (14) indica a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 50,5% das intenções de voto, contra 26,4% de José Serra (PSDB). Em terceiro lugar, aparece a senadora Marina Silva (PV) com 8,9% das intenções de voto. Brancos, nulos e indecisos totalizam 12,6% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos. Se as eleições fossem hoje, Dilma venceria no primeiro turno.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 10 e 12 de setembro de 2010. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 29.517-2010.

No último levantamento, divulgado em 24 de agosto, a candidata petista tinha 46% das intenções de voto, contra 28,1% de José Serra. A senadora Marina Silva aparecia com 8,1%. Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, a candidata petista apresenta 55,5% e Serra com 32,9%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,6%.

Na pesquisa espontânea, quando não são indicados nomes de candidatos aos entrevistados, Dilma aparece com 44,3% das intenções de votos, contra 23% de Serra e 7,1% de Marina Silva. Brancos, nulos e indecisos representam 12,7%.

Com relação à rejeição aos presidenciáveis, 29,4% dos entrevistados indicaram que nunca votariam em Dilma Rousseff, já 41,3% disseram que não votariam em Serra e 45% declararam que nunca dariam seu voto a Marina Silva.

http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/14/pesquisa-cntsensus-aponta-dilma-com--e-serra-com-.jhtm

4 de set. de 2010

Dilma tem 50% e Serra 28%, aponta Datafolha

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

Pesquisa Datafolha realizada ontem e anteontem em todo o país mostra estabilidade no quadro eleitoral: Dilma Rousseff (PT) oscilou de 49% para 50% em uma semana, e José Serra, que estava com 29%, tem 28%. Marina Silva (PV) está com 10%, contra 9% da semana anterior.

É a primeira vez desde o início do horário eleitoral que não há grandes mudanças no quadro da disputa presidencial. As pequenas oscilações foram todas dentro da margem de erro (de dois pontos percentuais).

Os que pretendem votar em branco, nulo ou nenhum são 4%. E 7% estão indecisos. Candidatos de partidos pequenos não chegam a 1%.

Em capitais e regiões metropolitanas ocorre o melhor desempenho de Marina Silva. Ela chega a 14%, contra 27% de Serra e 47% de Dilma.

Se a eleição fosse hoje, pelo Datafolha, a candidata do PT venceria no primeiro turno. Teria mais de 50% dos votos válidos --os dados apenas aos candidatos, descontados os brancos e os nulos.

Nessa conta de votos válidos, Dilma tem 56%. Serra tem 32%. Marina vai a 11%. Os percentuais são semelhantes aos da semana passada: 55%, 33% e 10%.

Num eventual segundo turno, a petista também venceria o tucano por 56% a 36% dos votos. Haveria 5% votando em branco, nulo ou nenhum e 4% ainda indecisos.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados falam em quem desejam votar sem ver uma lista de nomes, Dilma marcou 38% contra 35% na semana passada, indicando que sua tendência de alta continua.

Serra oscilou apenas dentro da margem de erro na sondagem espontânea, indo de 18% para 19%. Marina saiu de 5% e foi a 6%.

Há outros dois indicadores relevantes que foram positivos para Dilma: a taxa de rejeição dos candidatos e a percepção de vitória por parte do eleitorado. A petista é rejeitada por 21% dos eleitores. Tinha 19% na semana passada.

Já Serra, era rejeitado por 24% em julho. Foi a 28% no começo de agosto. Agora, 31% dizem que não votariam no tucano de jeito nenhum.

Marina Silva é rejeitada por 17% --tinha 16% na semana passada.

Quando o Datafolha pergunta quem o eleitor acredita que vai vencer a eleição presidencial de 3 de outubro, Dilma continua sendo a escolhida pela maioria. Hoje, 69% dizem que a petista vai ganhar. Na semana passada, o percentual era de 63%.

Só 15% acham que Serra será o vencedor --pouco mais da metade dos que declaram voto no tucano. No caso de Marina Silva, 1% acredita na sua vitória.

Segundo o Datafolha, 51% declararam ter assistido os programas do horário eleitoral --contra 39% na semana anterior. Isso significa que muitos eleitores tomaram conhecimento dos fatos dos últimos dias, inclusive do vazamento de dados fiscais sigilosos da Receita Federal.

A pesquisa foi feita nos dias 2 e 3 de setembro, com 4.314 eleitores em 203 cidades. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com número 27.903/2010.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/793939-dilma-tem-50-e-serra-28-aponta-datafolha.shtml

26 de ago. de 2010

Pesquisas Eleições 2010 - gráfico das intenções de votos de acordo com as ultimas pesquisas eleitorais (Ibope, Datafolha, Sensus e Vox Populi).

Clique nas imagens para visualizar o gráfico interio.


Propaganda de Dilma na TV é a mais elogiada, aponta pesquisa

Folha

Mais da metade (54%) dos eleitores que já assistiram ao horário eleitoral gratuito na TV afirmam que Dilma Rousseff (PT) é a candidata a presidente que está se saindo melhor nas propagandas.

Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, José Serra (PSDB) aparece em segundo lugar, com 26%, e Marina Silva (PV) fica em terceiro, com 7%.

No levantamento anterior, o desempenho de Dilma era o melhor para 49% dos entrevistados que viram os programas, e o de Serra, para 27%. A propaganda de Marina era a melhor para 8%.

O número de eleitores que já assistiram aos programas na TV aumentou. Segundo a pesquisa divulgada no dia 20, eram 34%. Agora, são 39%.



http://www1.folha.uol.com.br/poder/788985-propaganda-de-dilma-na-tv-e-a-mais-elogiada-aponta-pesquisa.shtml

Dilma abre 20 pontos e já ultrapassa Serra em SP e no RS

Folha

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

A candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto. Abriu 20 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, José Serra, do PSDB, que está com 29%, segundo pesquisa Datafolha. Os contratantes do levantamento são a Folha e a Rede Globo.

Realizada nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também indica que Dilma lidera agora em segmentos antes redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná e entre os eleitores com maior faixa de renda.

Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. O ex-governador caiu de 41% para 36%.
Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e ele, 35%.

No Rio Grande do Sul, a petista saiu de 35% e foi a 43%. Já Serra caiu de 43% para 39% entre os gaúchos.

A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Todas as oscilações nacionais se deram dentro do limite.

Dilma tinha 47% na sondagem do dia 20 e foi a 49%. Serra estava com 30% e agora tem 29% Marina Silva (PV) manteve-se em 9%. Há 4% que dizem votar em branco, nulo ou em nenhum. E 8% estão indecisos. Os demais candidatos não pontuaram.

Se a eleição fosse hoje, Dilma teria 55% dos votos válidos (os que são dados apenas aos candidatos) e venceria no primeiro turno.

Serra se mantém ainda à frente em alguns poucos estratos do eleitorado. Por exemplo, entre os eleitores de Curitiba, capital do Paraná, onde registra 40% contra 31% de sua adversária direta.

'BOLSÕES'

Mas o avanço da petista ocorre também nesses bolsões serristas. No levantamento de 9 a 12 deste mês, Serra liderava entre os curitibanos com 43% contra 24% de Dilma, uma vantagem de 19 pontos. Agora, a diferença caiu para nove pontos.

Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano.

Agora, a situação se inverteu, com Dilma indo a 43% e o tucano deslizando para 36% entre eleitores sulistas.

SEGUNDO TURNO

Como reflexo de seu desempenho geral, Dilma também ampliou a vantagem num eventual segundo turno. Saiu de 53% na semana passada e está com 55%. Serra oscilou de 39% para 36%. Ampliou-se a distância, que era de 14, para 19 pontos.

Outro dado relevante e que indica um mau sinal para o tucano é a taxa de rejeição. Dilma é rejeitada por 19% dos eleitores, taxa que se mantém estável desde maio.

Já Serra está agora com 29% (eram 27% semana passada) e chega a seu maior percentual neste ano.

Na pesquisa espontânea, quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35% contra 18% de Serra.

No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente.

A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/788972-dilma-abre-20-pontos-e-ja-ultrapassa-serra-em-sp-e-no-rs.shtml

24 de ago. de 2010

CNT/Sensus: Dilma amplia vantagem sobre Serra

Carol Pires, do estadão.com.br

BRASÍLIA - A vantagem da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, sobre o adversário do PSDB, José Serra, aumentou de 10 para 17,9 pontos percentuais de acordo com a pesquisa Sensus divulgada nesta terça-feita, 24, pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Dos pontos válidos (excluídos brancos e nulos), Dilma soma 55,3% dos votos, contra 44,7% dos demais candidatos somados. De acordo com esses números, a petista venceria a eleição em primeiro turno.

Segundo o levantamento, Dilma tem 46% das intenções de voto, contra 28,1% de Jose Serra. A presidenciável do PV, Marina Silva, foi apontada por 8,1% dos entrevistados. Nenhum dos demais seis candidatos à Presidência alcançaram um ponto percentual. Não souberam responder somam 11,7%, enquanto votos brancos e nulos ficaram em 5,1%.

Na última pesquisa, divulgada no dia 5 deste mês, Dilma estava na frente do presidenciável tucano com 41,6%. Serra tinha 31,6% e Marina Silva 8,5%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Serra, a petista ganharia o pleito com 52,9% dos votos, contra 34% do tucano. Não souberam responder: 5,8%. Brancos e nulos: 7,4%. Na pesquisa divulgada no início do ano, os índices eram similares: Dilma venceria o pleito com 48,3% e Serra ficaria com 36,6%.

A pesquisa Sensus também perguntou aos entrevistados quem eles acreditam que vencerá a eleição presidencial, sendo que 61,8% responderam Dilma Rousseff. O número é maior do que os que garantem voto nela, que ficou em 46%. Em contrapartida, o índice de eleitores que acreditam na vitória de Serra (21,9%) é menor do que os que votarão nele (28,1%).

Rejeição


Na comparação entre a pesquisa Sensus divulgada em 5 de agosto e o levantamento publicado nesta terça-feira, aumentou o índice de rejeição ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Enquanto na última pesquisa 30,8% dos entrevistados diziam não votar dele de forma alguma, 40,7% responderam da mesma forma.

A rejeição a Marina Silva também cresceu de 29,7% para 47,9%. A rejeição de Dilma variou entre 25,3% e 28,9% entre uma pesquisa e outra. A margem de erro da pesquisa é de 2% para mais ou para menos.

O coordenador da pesquisa Sensus, Ricardo Guedes, afirmou que o índice de rejeição de Serra indica que a eleição caminha para um desfecho em primeiro turno, uma vez que a rejeição de um candidato a partir de 35% já é “preocupante”. “Nunca vimos uma pessoa se eleger com 40% ou mais de rejeição”.

A pesquisa CNT/Sensus também apurou quanto dos entrevistados assistiu ao programas eleitorais dos candidatos veiculados na TV e no rádio a partir do último dia 17. Do total, 42,9% disseram ter assistido ao programa, dos quais 56% avaliaram que Dilma apresentou o melhor programa eleitoral. O programa de Serra foi considerado o melhor por 34,3% dos eleitores, e o de Marina Silva foi eleito o melhor por 7,5%.


Espontânea

Na pesquisa espontânea – quando o eleitor responde em quem votaria para presidente sem ter acesso prévio ao nome dos candidatos – 37,2% indicaram votar em Dilma Rousseff. Na pesquisa espontânea anterior, 30,4% responderam da mesma forma.

Serra recebeu 21,2% das citações nesta questão. Na última o tucano tinha 20,2%. Marina Silva ficou com 6% na pesquisa espontânea. Na última pesquisa a candidata do PV teve 5%.Os demais seis presidenciáveis não alcançaram 1% das intenções de voto.

O presidente Lula ainda foi citado por 2,1% dos eleitores, contra 5% das intenções de voto que recebeu na pesquisa passada.

Outros 2,1% citaram nomes que não estão concorrendo à presidência. Na pesquisa anterior 1,3% indicaram outros nomes que não estavam entre os concorrentes. Brancos e nulos somam 5,4%, enquanto eleitores que não souberam responder chegam a 25,2%. Na última pesquisa brancos e nulos eram 3,8% e 27,9% não souberam responder.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,cntsensus-dilma-amplia-vantagem-sobre-serra,599572,0.htm

CNT/Sensus: Dilma tem 46% das intenções

Rafael Bitencourt | Valor

BRASÍLIA - A pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje mostra que a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, está com 46% das intenções de voto para o primeiro turno das eleições. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de agosto.

O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 28,1% das intenções de voto e a candidata Marina Silva, do PV, com 8,1%. Votos brancos e nulos representam 5,1%, enquanto a fatia de eleitores que não souberam responder à pesquisa foi de 11,7%.

Na última pesquisa da Confederação Nacional do Transporte realizada entre 31 de julho e 2 de agosto, Dilma contava com 41,6% das intenções de voto, enquanto o candidato José Serra aparecia com um resultado superior (31,6%) à prévia divulgada hoje e Marina Silva apresentava 8,5% das intenções de voto.

Para o segundo turno Dilma teria 52,9% das intenções de voto. Caso fosse confirmada a estimativa nas urnas, o candidato José Serra teria 34% das intenções.

(Rafael Bitencourt | Valor)

Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/eleicoes/29/6450719/cntsensus-dilma-tem-46%-das-intencoes#ixzz0xXo5VaiY

23 de ago. de 2010

Datafolha e Vox convergem

Valor

SÃO PAULO - Pesquisa Datafolha divulgada no último sábado converge para os resultados da última pesquisa Vox. A despeito das diferenças metodológicas das duas pesquisas e dos diferentes períodos em que as entrevistas foram feitas, em ambas, a candidata do PT, Dilma Rousseff, chega a quase 55% dos votos válidos, o que configuraria vitória em primeiro turno por larga margem, feito não alcançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em nenhuma de suas duas eleições.
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Foi a primeira Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV. Dilma dobrou sua vantagem em relação a seu principal adversário, José Serra (PSDB). De oito pontos, a vantagem passou para 17. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%.

http://www.valoronline.com.br/?online/geral/231/6447197/datafolha-e-vox-convergem

21 de ago. de 2010

Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha

Folha

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.

Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.

A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.

Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.

Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.

Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.

Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.

A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).

Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.

Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.

A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.

Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.

Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.

No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.

Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.

Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/786566-dilma-abre-17-pontos-sobre-serra-e-venceria-no-1-turno-aponta-datafolha.shtml

16 de ago. de 2010

Dilma tira votos de Serra nas capitais, diz Datafolha

Folha

SILVIO NAVARRO
CATIA SEABRA


A queda de José Serra (PSDB) em seis das sete capitais onde o Datafolha realizou a última pesquisa ajuda a explicar a virada de Dilma Rousseff (PT) na disputa pela Presidência.

As sete capitais concentram 15% do eleitorado, ou 20,3 milhões de eleitores. Nos últimos 20 dias, o tucano passou a ter a dianteira ameaçada até em São Paulo, seu reduto eleitoral e onde o PSDB exerce forte influência na gestão municipal.

Dilma subiu três pontos na capital paulista em relação ao levantamento anterior, passando de 34% para 37%. Ele oscilou um ponto positivamente --tem 40%.

QUEDA EM BH

Os índices apontam que, hoje, os dois estão tecnicamente empatados na cidade, no limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A queda mais acentuada de Serra ocorreu em Belo Horizonte, onde perdeu nove pontos --tem 32%. A capital mineira também registrou virada de Dilma, com 34%. Em Salvador, o tucano tem seu pior índice --16%, ante 48% da petista.Mostrar tudo

No Estado de São Paulo, Serra perdeu três pontos nas últimas semanas --tem 41%--, sinal de que a queda ocorreu no interior, onde o PT faz forte campanha contra o preço dos pedágios. Dilma ganhou quatro pontos no maior colégio eleitoral do país e marca 34%.

O comando da campanha de Serra diagnosticou risco de queda na capital há 20 dias. Desde então, o candidato concentra a agenda em bairros da periferia, como Heliópolis, onde visitou programa habitacional. A campanha avalia que foi essa a faixa em que Dilma cresceu, na esteira da popularidade de Lula. "O que ela tem agora não é por ela", diz o governador Alberto Goldman.

Ontem, em visita à Bienal do Livro, Serra negou que vá intensificar agenda em SP ou fazer qualquer alteração em sua estratégia.

Editoria de Arte/Folhapress



http://www1.folha.uol.com.br/poder/783542-dilma-tira-votos-de-serra-nas-capitais-diz-datafolha.shtml