Wellton Máximo
Da Agência Brasil
Em Brasília
Com 100% das urnas apuradas, a candidata Dilma Rousseff (PT), que obteve 46,91% dos votos válidos, vai ao segundo turno com José Serra (PSDB), com 32,61%. Marina Silva (PV) conseguiu 19,33% e Plínio Arruda Sampaio (P-SOL) teve 0,87%.
Por uma diferença de quase 6,3 milhões de votos, a petista não conseguiu se eleger no primeiro turno. Dilma venceu em quatro regiões, mas perdeu para Serra no Sul. No Nordeste e no Norte, Dilma ganhou com folga, mas liderou com vantagem menor no Sudeste e no Centro-Oeste.
No Sul, Serra ganhou, com 43,01%. Dilma teve 42,10%; e Marina, 13,64%. No Centro-Oeste, Dilma venceu por pequena vantagem, com 38,89%, contra 37,97% de Serra e 20,94% de Marina.
No Nordeste, Dilma teve o melhor desempenho com 61,63%. Serra obteve 21,48%; e Marina, 16,14%. No Norte, Dilma ficou com 49,23%; Serra, 31,95%; e Marina, 17,88%.
No Sudeste, região com o maior número de eleitores, Dilma obteve 40,88%, contra 34,58% de Serra e 23,18% de Marina.
Dilma venceu em 18 estados e Serra liderou em oito: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Marina ganhou no Distrito Federal, onde conseguiu 41,96% dos votos válidos, e ficou em segundo lugar em cinco estados – Acre, Amapá, Amazonas, Pernambuco e Rio de Janeiro. No Ceará, ela empatou com Serra (16,36%).
Entre os votos no exterior, Dilma perdeu por cerca de quatro pontos percentuais. Ela obteve 36,81%, contra 40,25% de Serra e 20,43% de Marina. Entre os eleitores que votaram em trânsito, Dilma venceu com 39,15%. Serra obteve 31,18% e Marina ficou com 28,11%.
Os votos em branco somaram 3.479.320 (3,13%); e os nulos, 6.124.083 (5,51%). O Brasil tem 135,804 milhões de eleitores. A abstenção foi de 18,12%.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/04/tse-totaliza-apuracao-de-votos-dilma-vence-em-4-regioes-e-serra-em-uma.jhtm
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4 de out. de 2010
30 de set. de 2010
Nova pesquisa Datafolha mantém indefinição sobre segundo turno
Agência Brasil
Brasília - O Instituto Datafolha divulgou durante a madrugada de hoje (30/9) uma nova pesquisa sobre intenção de voto para a eleição presidencial do próximo domingo (3). De acordo com o levantamento, Dilma Rousseff (PT) tem 52% dos votos válidos, contra 31% de José Serra (PSDB) e 15% de Marina Silva (PV).
Na pesquisa estimulada, Dilma tem 47% das intenções de voto, José Serra, 28%, e Marina, 14%. Plínio de Arruda Sampaio (P-SOL) teve 1% das intenções de voto, e os demais cinco candidatos não atingiram juntos 1%. O percentual de indecisos é de 6%, e outros 3% declararam que votarão em branco ou nulo.
Ao comparar os dados da pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira (28), Dilma cresceu 1 ponto percentual. Serra e Marina mativeram o mesmo índice de intenção de voto na pesquisa estimulada – 28% e 14%, respectivamente.
A soma das intenções de voto dos adversários de Dilma é de 48%. Nesse cenário, a petista estaria eleita no primeiro turno, pois precisa de 50% dos votos válidos mais um. A margem de erro amostral da pesquisa, no entanto, não permite assegurar nenhum prognóstico. Segundo cálculo do Datafolha, as intenções de voto podem variar 2 pontos percentuais.
O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo e feito entre os dias 28 e 29. Foram ouvidas 13.195 pessoas em 480 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 33.119/2010.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/30/noticia_eleicoes2010,i=215570/NOVA+PESQUISA+DATAFOLHA+MANTEM+INDEFINICAO+SOBRE+SEGUNDO+TURNO.shtml
29 de set. de 2010
Dilma diz que não vai propor flexibilização na legislação sobre aborto
Agência Brasil
Depois de se reunir na manhã desta quarta-feira (29) no escritório polítco, em Brasília, com lideranças religiosas cristãs, a candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse que tem o compromisso, caso eleita, de não enviar ao Congresso nenhuma proposta de mudança na legislação sobre o aborto. Ela explicou, no entanto, que vai tratar o assunto como uma questão de saúde pública, ou seja, mulheres com complicações devido ao aborto não podem deixar de ser atendidas na rede de saúde. “Nessa situação, o aborto já ocorreu”.
“Pessoalmente eu não sou a favor do aborto. Sou contra o aborto porque considero uma violência contra a mulher. No entanto, não acredito que uma mulher recorre ao aborto em condições precárias porque quer”, disse a candidata. “Nós já temos uma legislação sobre o assunto”, completou.
O Código Civil não considera crime o aborto quando praticado em casos de gravidez por estupro ou quando a gestação representa risco de vida para a mãe. Algumas igrejas atuam no sentido de manter atual legislação e outras querem até que essas exceções ao crime sejam retiradas. Por outro lado, mulheres organizadas no movimento feministas e até mesmo no próprio PT defendem uma flexibilização maior da lei.
Dilma Rousseff também manifestou ser contrária a um plebiscito sobre o aborto. “Sou contra um plebiscito sobre esse assunto e vou dizer o porquê. Acho que um plebiscito sobre o aborto divide o país e, nesse caso, não é possível dizer quem vai ganhar ou perder. Nesse caso os dois lados perdem”, disse.
Dilma afirmou ainda que, embora o Estado brasileiro seja laico, a parceria com as igrejas é estratégica na luta contra a pobreza, as drogas, a prostituição infantil, no combate à gravidez precoce e pela valorização da família.”Me comprometi que, em caso de haver um governo meu, ele ouvirá sistematicamente os grupos religiosos. Essa parceria é estratégica para nós”, afirmou.
A candidata petista aproveitou para desmentir boatos de que teria dito que “nem Cristo” tiraria dela a vitória nessas eleições. “Repudio integralmente afirmações que colocaram na minha boca de que eu usei o nome de Cristo para falar que nem ele me derrotava nesse eleição. É um absurdo, uma calúnia, é uma vilania contra mim. De acordo com Dilma, os boatos são típicos do fim de campanha e teriam saído do “submundo político”.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/29/noticia_eleicoes2010,i=215468/DILMA+DIZ+QUE+NAO+VAI+PROPOR+FLEXIBILIZACAO+NA+LEGISLACAO+SOBRE+ABORTO.shtml
28 de set. de 2010
Em comício em São Paulo, Dilma promete erradicar a miséria no país
Agência Brasil
São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, prometeu erradicar a miséria no país, durante comício realizado na noite de hoje (27) no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista. "Queremos que o Brasil inteiro seja composto por uma classe média forte", disse Dilma, ao discursar para cerca de 35 mil militantes que agitavam bandeiras sob a chuva. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do ato da campanha de Dilma.
Em entrevista coletiva após o ato, Dilma voltou a falar sobre o tema, ressaltando que o desenvolvimento precisa levar qualidade de vida para toda a população. Para ampliar a renda das classes mais baixas, a candidata disse apostar em uma combinação “virtuosa” de programas de distribuição de renda e a formalização do mercado de trabalho.
Segundo Dilma, é importante que não haja apenas crescimento, mas distribuição da riqueza entre toda a sociedade. “Uma nação desenvolvida não é o PIB [ Produto Interno Bruto]”. Ela destacou ainda a importância da agricultura familiar nesse processo.
A candidata também comentou a exigência de que o eleitor apresente dois documentos no momento da votação. Para ela, a medida pode prejudicar algumas parcelas da sociedade, como os indígenas. “Achamos que quando você cria certas regras, você pode prejudicar segmentos da população.” O PT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a exigência.
A “força” da militância petista, que ficou no comício mesmo sob chuva, também foi lembrada por Dilma. Estiveram presentes no evento, diversos candidatos a deputado da coligação que apoia a petista, o candidato ao governo estadual pelo PT, Aloizio Mercadante.
Lula aproveitou o comício para falar sobre a capitalização da Petrobras, na última sexta-feira (24). De acordo com ele, foi a maior operação do tipo na “história do planeta”, o que transformou a empresa na segunda maior petrolífera do mundo. "Daqui a pouco, seremos a primeira."
O presidente criticou a falta de vagas nas universidades públicas do estado de São Paulo. Segundo Lula, elas só atendem 8% dos universitários paulistas.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/28/noticia_eleicoes2010,i=215184/EM+COMICIO+EM+SAO+PAULO+DILMA+PROMETE+ERRADICAR+A+MISERIA+NO+PAIS.shtml
26 de set. de 2010
Dilma diz que pretende ampliar linha de crédito do BNDES para cultura
Agência Brasil
De acordo com a candidata, o governo deve garantir a produção de bens culturais descentralizada, que respeite a diversidade cultural, garantindo o acesso da população a salas de espetáculos em todas as regiões do país
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo, 26, que pretende ampliar a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para abrir mais espaços culturais pelo país, principalmente salas de cinema. “Isso significa que a população brasileira tem o direito de ter acesso ao cinema, ao teatro, a bibliotecas e a todos os espetáculos de ópera clássica até as manifestações diversas dessa riqueza cultural imensa que nós temos”, disse.
De acordo com a candidata, o governo deve garantir a produção de bens culturais descentralizada, que respeite a diversidade cultural, garantindo o acesso da população a salas de espetáculos em todas as regiões do país. “Você não pode ter incentivos à cultura centralizados. Terá de ter essa diversificação para poder captar essa diferença. Essa diferença que dá também condições de mais democracia cultural no Brasil”, disse.
Dilma Rousseff defendeu que devem ser respeitados os locais onde a cultura se expressa com maior intensidade, como é o caso do Rio de Janeiro, que tem a capacidade de fomentar a cultura e torná-la um grande acontecimento para o país. “Muitas vezes o Rio de Janeiro vai ser o local que os outros estados vão utilizar para poder firmar a sua cultura. Porque o que acontece aqui nós todos brasileiros encaramos como sendo do Brasil”, afirmou.
A candidata disse ainda que para que o país estruture um projeto de Nação, são precisos, além de construir um país e uma sociedade desenvolvidas, dois elementos essenciais que, segundo ele, necessitam de incentivo. “Um é a educação de qualidade, o outro é o respeito mais absoluto a sua expressão cultural, que é o que você tem de identidade que mostra a alma desse povo, que é a nossa cultura. Por isso a questão da cultura pra mim é uma das questões mais estratégicas”.
Dilma Rousseff fez uma visita ao Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, conhecido como Feira de São Cristóvão, na zona norte da cidade. Ela ficou 25 minutos no local, e não teve como circular devido à aglomeração que se formou.
http://www.opovo.com.br/app/eleicoes/2010/09/26/noticiaeleicoes,2046398/dilma-diz-que-pretende-ampliar-linha-de-credito-do-bndes-para-cultura.shtml
23 de set. de 2010
Dilma diz que chegou a hora de o país eleger uma mulher para presidente
Segundo candidata do PT, é hora de a sociedade brasileira reafirmar que não tolera mais o preconceito
Ao participar de comício na noite desta quarta-feira, 22, em Curitiba, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse que é hora de a sociedade brasileira reafirmar não tolera mais o preconceito.
“Os brasileiros já acabaram com o preconceito de que só a elite pode governador e viram um metalúrgico fazer o que nenhum outro presidente do Brasil havia feito. Agora, é preciso acabar com o preconceito de que uma mulher não poder governar”, discursou Dilma, que estava acompanhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na capital paranaense.
A petista também criticou as mentiras e falsidades. “Vamos combater o ódio que estão tentando destilar, com duas coisas: esperança e imenso amor ao povo brasileiro, que é pacífico e trabalhador”, afirmou ela, durante o comício, que reuniu cerca de vinte mil pessoas no centro de Curitiba.
Em seu discurso, Lula falou sobre seu governo. “Estou orgulhoso em dizer que entregarei o governo com um saldo em caixa de US$ 271 bilhões”. Ele afirmou ainda que a eleição de Dilma representa a continuidade dos programas do governo que tiraram milhões de pessoas da pobreza e deram dignidade para elas.
http://www.opovo.com.br/app/eleicoes2010/2010/09/23/noticiapolitica,2045241/dilma-diz-que-chegou-a-hora-de-o-pais-eleger-uma-mulher-para-presidente.shtml
Agência Brasil
Ao participar de comício na noite desta quarta-feira, 22, em Curitiba, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse que é hora de a sociedade brasileira reafirmar não tolera mais o preconceito.
“Os brasileiros já acabaram com o preconceito de que só a elite pode governador e viram um metalúrgico fazer o que nenhum outro presidente do Brasil havia feito. Agora, é preciso acabar com o preconceito de que uma mulher não poder governar”, discursou Dilma, que estava acompanhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na capital paranaense.
A petista também criticou as mentiras e falsidades. “Vamos combater o ódio que estão tentando destilar, com duas coisas: esperança e imenso amor ao povo brasileiro, que é pacífico e trabalhador”, afirmou ela, durante o comício, que reuniu cerca de vinte mil pessoas no centro de Curitiba.
Em seu discurso, Lula falou sobre seu governo. “Estou orgulhoso em dizer que entregarei o governo com um saldo em caixa de US$ 271 bilhões”. Ele afirmou ainda que a eleição de Dilma representa a continuidade dos programas do governo que tiraram milhões de pessoas da pobreza e deram dignidade para elas.
http://www.opovo.com.br/app/eleicoes2010/2010/09/23/noticiapolitica,2045241/dilma-diz-que-chegou-a-hora-de-o-pais-eleger-uma-mulher-para-presidente.shtml
Dilma diz que pretende facilitar parcerias com setor privado para melhorar atendimento no SUS
Agência Brasil
Brasília - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse hoje (23/9) que, caso seja eleita, irá facilitar a articulação entre o setor público e privado para melhorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Vou adotar uma sistemática em relação ao diálogo. Serão soluções construídas juntas. O SUS é um sistema complexo, com problemas sérios de financiamento. E efetivar o SUS significa articular essa relação”, disse ao sair de reunião com a Confederação Nacional de Saúde (CNS), em Brasília.
Dilma considerou como principal desafio no setor o atendimento especializado. E citou como exemplo a Rede Sarah, especializada em reabilitação. “Darei todo incentivo para tornar a Rede Sarah um ponto de referência. Levar a Rede Sarah para todas as regiões”, disse.
A candidata também defendeu a ampliação de unidades de pronto-atendimento 24 horas como forma de descongestionar o atendimento nos hospitais e também a Rede Cegonha, para o atendimento de gestantes.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/23/noticia_eleicoes2010,i=214446/DILMA+DIZ+QUE+PRETENDE+FACILITAR+PARCERIAS+COM+SETOR+PRIVADO+PARA+MELHORAR+ATENDIMENTO+NO+SUS.shtml
14 de set. de 2010
Plínio diz que lei não será capaz de barrar candidatura de ficha suja
Agência Brasil
Brasília - O candidato à Presidência, Plínio Sampaio (P-SOL), reconheceu hoje (14/9) que a lei não pode impedir a candidatura de políticos com ficha suja. “É muito difícil evitar isso. Somos advogados, lidamos com a lei, mas a lei tem limites. Não é possível que a lei consiga impedir esse tipo de situação”, disse ao participar de sabatina na Ordem dos Advogados do Brasil.
Plínio disse acreditar pouco na lei, quando se trata de política. “Acredito em consciência, em opinião pública. Todas as outras coisas terão brechas, que serão utilizadas”, disse. “Os nossos partidos sempre foram condomínios de caciques políticos”, completou dizendo, sem citar nomes, que há “notórios candidatos corruptos circulando por aí”.
Na sabatina, Plínio defendeu, como forma de evitar a corrupção eleitoral, o financiamento público de campanha “e a punição para o candidato que não usar esse sistema”. Para implementar o financiamento público, Plínio sugeriu que os recursos de campanha não sejam enviados diretamente ao candidato, mas ao Tribunal Regional Eleitoral, que administraria os recursos. “Se o assunto ficar entre os políticos, a reforma política não vai sair nunca”, acrescentou.
Na opinião do candidato, os principais problemas do país estão no cerceamento do debate político, no monopólio da mídia, na criminalização dos movimentos sociais e na reforma política.
O candidato ainda lamentou que as denúncias de violação de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e as acusações de irregularidades envolvendo integrantes da Casa Civil estejam restringindo o debate eleitoral. “Quando os partidos recorrem ao vale tudo, a ideologia e a ética vão para o buraco. Desvia o debate daquilo que o povo brasileiro quer”, disse ao chegar para sabatina na Ordem dos Advogados do Brasil.
O candidato ainda comemorou a repercussão que sua candidatura tem tido em redes sociais, como o Twitter. “O Twitter mostra que o impossível é possível. O Twitter pode dar uma virada. E me deixa alegre que a juventude do meu país está entendendo o que estou dizendo”, afirmou.
Nas considerações finais, Plínio se classificou como um "radical". "Quem não for radical em relação ao sistema, não deve mesmo votar em mim. E como eu acho que não há muitos radicais, não vou ter muitos votos", concluiu.
Plínio Sampaio é o segundo candidato à Presidência a participar das sabatinas na OAB. Ontem, foi a vez de José Serra. Ainda hoje, os conselheiros vão ouvir Marina Silva, do PV. A candidata Dilma Rousseff, do PT, não irá participar.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/09/14/noticia_eleicoes2010,i=212880/PLINIO+DIZ+QUE+LEI+NAO+SERA+CAPAZ+DE+BARRAR+CANDIDATURA+DE+FICHA+SUJA.shtml
Marina defende Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para fazer reformas
Marcos Chagas
Da Agência Brasil
A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, defendeu hoje (14) a realização de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para debater e votar as reformas necessárias ao país, entre elas a política. Para ela, não há como o Congresso promover a reforma política, uma vez que os parlamentares estão diretamente interessados neste assunto.
“Sei que o assunto é polêmico, mas precisamos iniciar o debate. Sabemos que as cláusulas pétreas não podem ser reformadas, mas sabemos, também, que as instituições precisam ser reformadas”, disse a candidata, que foi sabatina pela Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Marina Silva também defendeu a realização do segundo turno com o argumento de que o eleitor não deve tomar “uma decisão açodada”. Para ela, qualquer que seja o candidato eleito é necessário que haja o referendo em dois turnos. A candidata fez questão de desvincular as denúncias de vazamento de dados da Receita Federal e de tráfico de influência no governo da sua defesa da eleição em dois turnos.
“É preciso o segundo turno para o eleitor respaldar melhor quem vier a ser eleito. É bom poder ter mais tempo para debater o leque de propostas apresentadas. Independente das denúncias, eu já defendia que o candidato fosse respaldado em dois turnos”, disse Marina Silva.
A reeleição foi outro tema levantado na sabatina pelos conselheiros da OAB. Marina afirmou ser contrária a este princípio e defendeu um mandato de cinco anos ao Presidente da República. Segundo ela, a reeleição na América Latina e no Brasil criou um contexto onde os políticos não deixam de promover as mudanças necessárias em setores como saúde e educação, para dedicarem-se a mais quatro anos no poder.
Ela também defendeu uma completa readequação das estruturas partidárias diante da nova realidade mundial da forte mobilização das redes sociais. A candidata verde afirmou que “os partidos estão morrendo” e terão necessariamente que abrir-se para uma discussão direta com a sociedade sobre temas relevantes para o país, como melhoria da saúde pública, inserção de novas tecnologias ao processo educacional e segurança publica, por exemplo.
Marina Silva afirmou que alguns segmentos da sociedade que hoje se organizam por meio dessas redes têm mais poder de mobilização para debater essas propostas que os próprios partidos políticos.
“Os partidos, ao longo do tempo, foram se transformando em máquinas para discutir o Poder pelo Poder. As redes sociais se constituem em grande força, algumas entidades têm muito mais força de mobilização que os partidos”, disse a senadora.
Sobre ética na política e corrupção, a candidata defendeu o aperfeiçoamento dos mecanismos de Estado para que se possa corrigir eventuais desvios de conduta. Ela ressaltou que a corrupção, no Brasil, “virou um fator de destruição”, que já consome quase 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
“Durante todo este processo tenho dito que é fundamental se ter instituições virtuosas para corrigir desvios pessoais. Não podemos depender da virtude das pessoas. Esse é o princípio da lei”, afirmou Marina.
Perguntada sobre a obrigatoriedade do voto, a candidata defendeu esse mecanismo. A seu ver, o eleitor, caso não queira participar das eleições, tem o direito de comparecer na Justiça Eleitoral e justificar a sua opção. Marina tem a preocupação que o recrutamento de eleitores pelos partidos acabe por desvirtuar a representatividade da vontade do povo, caso se adote o princípio do voto opcional.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/14/marina-defende-assembleia-nacional-constituinte-exclusiva-para-fazer-reformas.jhtm
Da Agência Brasil
A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, defendeu hoje (14) a realização de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para debater e votar as reformas necessárias ao país, entre elas a política. Para ela, não há como o Congresso promover a reforma política, uma vez que os parlamentares estão diretamente interessados neste assunto.
“Sei que o assunto é polêmico, mas precisamos iniciar o debate. Sabemos que as cláusulas pétreas não podem ser reformadas, mas sabemos, também, que as instituições precisam ser reformadas”, disse a candidata, que foi sabatina pela Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Marina Silva também defendeu a realização do segundo turno com o argumento de que o eleitor não deve tomar “uma decisão açodada”. Para ela, qualquer que seja o candidato eleito é necessário que haja o referendo em dois turnos. A candidata fez questão de desvincular as denúncias de vazamento de dados da Receita Federal e de tráfico de influência no governo da sua defesa da eleição em dois turnos.
“É preciso o segundo turno para o eleitor respaldar melhor quem vier a ser eleito. É bom poder ter mais tempo para debater o leque de propostas apresentadas. Independente das denúncias, eu já defendia que o candidato fosse respaldado em dois turnos”, disse Marina Silva.
A reeleição foi outro tema levantado na sabatina pelos conselheiros da OAB. Marina afirmou ser contrária a este princípio e defendeu um mandato de cinco anos ao Presidente da República. Segundo ela, a reeleição na América Latina e no Brasil criou um contexto onde os políticos não deixam de promover as mudanças necessárias em setores como saúde e educação, para dedicarem-se a mais quatro anos no poder.
Ela também defendeu uma completa readequação das estruturas partidárias diante da nova realidade mundial da forte mobilização das redes sociais. A candidata verde afirmou que “os partidos estão morrendo” e terão necessariamente que abrir-se para uma discussão direta com a sociedade sobre temas relevantes para o país, como melhoria da saúde pública, inserção de novas tecnologias ao processo educacional e segurança publica, por exemplo.
Marina Silva afirmou que alguns segmentos da sociedade que hoje se organizam por meio dessas redes têm mais poder de mobilização para debater essas propostas que os próprios partidos políticos.
“Os partidos, ao longo do tempo, foram se transformando em máquinas para discutir o Poder pelo Poder. As redes sociais se constituem em grande força, algumas entidades têm muito mais força de mobilização que os partidos”, disse a senadora.
Sobre ética na política e corrupção, a candidata defendeu o aperfeiçoamento dos mecanismos de Estado para que se possa corrigir eventuais desvios de conduta. Ela ressaltou que a corrupção, no Brasil, “virou um fator de destruição”, que já consome quase 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
“Durante todo este processo tenho dito que é fundamental se ter instituições virtuosas para corrigir desvios pessoais. Não podemos depender da virtude das pessoas. Esse é o princípio da lei”, afirmou Marina.
Perguntada sobre a obrigatoriedade do voto, a candidata defendeu esse mecanismo. A seu ver, o eleitor, caso não queira participar das eleições, tem o direito de comparecer na Justiça Eleitoral e justificar a sua opção. Marina tem a preocupação que o recrutamento de eleitores pelos partidos acabe por desvirtuar a representatividade da vontade do povo, caso se adote o princípio do voto opcional.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/09/14/marina-defende-assembleia-nacional-constituinte-exclusiva-para-fazer-reformas.jhtm
2 de set. de 2010
Serra promete contrapartida integral de recursos do FPM
O Povo Online
Tucano também voltou a reclamar do vazamento de dados fiscais de sua filha, Verônica Serra, pela Receita Federal
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, prometeu, caso eleito, uma contrapartida integral aos municípios para que esses não percam mais dinheiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
“Não vai ter mais, no governo federal, incentivo ou despesas criadas para municípios sem que as prefeituras recebam sua contrapartida integral. Os municípios brasileiros perderam no Fundo de Participação, no ano passado, R$ 3,3 bilhões. O governo federal retribuiu: devolveu R$ 2 bilhões, ou seja, [os municípios] perderam R$ 1,3 bilhão”, disse o candidato nesta quarta-feira, 1°.
Segundo Serra, isso prejudica principalmente os municípios menores, que dependem mais do fundo. Serra reuniu-se, na noite desta quarta, em São Paulo, com 353 prefeitos dos 650 municípios do estado. Segundo organizadores da campanha de Serra, houve inclusive a presença de prefeitos que não fazem parte dos partidos aliados.
No discurso de mais de 45 minutos destinado aos prefeitos e com as críticas ao PT, Serra também prometeu regulamentar o Artigo 23 da Constituição que delibera sobre a divisão de trabalho entre estados, municípios e União. “É uma coisa para que fique estabelecida realmente uma divisão de funções com mais clareza”, afirmou. Segundo o candidato, caso eleito, isso será encaminhado como projeto de lei para ter “essa divisão explicitada”.
Serra também voltou a reclamar do vazamento de dados fiscais de sua filha, Verônica Serra, pela Receita Federal. Para isso, lembrou o episódio do caseiro Francenildo dos Santos Costa, que teve o sigilo bancário violado em 2006, num caso envolvendo o ex-ministro Antonio Palocci. “Quando se viola o sigilo bancário de um caseiro, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de representantes da Constituição, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de uma filha nossa, está se violando, acima de tudo, a Constituição”, disse.
Agência Brasil
http://opovo.uol.com.br/app/eleicoes2010/2010/09/02/noticiapolitica,2037883/serra-promete-contrapartida-integral-de-recursos-do-fpm.shtml
30 de ago. de 2010
Serra diz que pretende investir em distribuição de água e em moradia no Nordeste
DA AGÊNCIA BRASIL
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, disse neste domingo (29) que é preciso voltar a fazer grandes investimento no Nordeste para solucionar problemas como o da seca.
"Vou voltar com esses grandes projetos de investimento na adução de água e na irrigação porque a irrigação diminuiu muito no Brasil. Está se fazendo a transposição do Rio São Francisco, mas é preciso levar a água do São Francisco para quem está do lado do São Francisco."
Serra se reuniu na tarde de ontem com membros da Anesp (Associação dos Nordestinos de São Paulo), na zona norte de São Paulo. Essas pessoas entregaram várias reivindicações a Serra, a maior parte delas sobre moradia. Serra prometeu investir no setor. "Temos que enfatizar moradia para as famílias que ganham até três salários mínimos."
Segundo o presidente da Anesp, Carlos Roberto, outros candidatos à Presidência da República também foram convidados a participar de um encontro com a associação, mas até agora não responderam ao convite.
"Como presidente, vou olhar para o Brasil como um todo. Não é possível que o Brasil se desenvolva sem que todas as suas regiões se desenvolvam também. E dentro das minhas prioridades cabe um lugar muito importante e especial que é o Nordeste", disse Serra, depois de ter arriscado até alguns passos de dança nordestina com representantes da associação.
Segundo o candidato, os investimentos serão principalmente na área de infraestrutura. "Temos que investir bastante em estradas, ferrovias, portos e aeroportos. E muito em saúde, em segurança e educação, inclusive na educação para o trabalho", destacou. "O Porto de Salvador é hoje o mais engarrafado e o mais precário do Brasil. A mercadoria baiana vai para [o Porto de] Suape, em Pernambuco, e vem para Santos [litoral de São Paulo] para ser exportada, quando poderia ser exportada de lá mesmo, com custos menores para os exportadores e com mais emprego para quem lá mora."
http://www1.folha.uol.com.br/poder/790860-serra-diz-que-pretende-investir-em-distribuicao-de-agua-e-em-moradia-no-nordeste.shtml
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, disse neste domingo (29) que é preciso voltar a fazer grandes investimento no Nordeste para solucionar problemas como o da seca.
"Vou voltar com esses grandes projetos de investimento na adução de água e na irrigação porque a irrigação diminuiu muito no Brasil. Está se fazendo a transposição do Rio São Francisco, mas é preciso levar a água do São Francisco para quem está do lado do São Francisco."
Serra se reuniu na tarde de ontem com membros da Anesp (Associação dos Nordestinos de São Paulo), na zona norte de São Paulo. Essas pessoas entregaram várias reivindicações a Serra, a maior parte delas sobre moradia. Serra prometeu investir no setor. "Temos que enfatizar moradia para as famílias que ganham até três salários mínimos."
Segundo o presidente da Anesp, Carlos Roberto, outros candidatos à Presidência da República também foram convidados a participar de um encontro com a associação, mas até agora não responderam ao convite.
"Como presidente, vou olhar para o Brasil como um todo. Não é possível que o Brasil se desenvolva sem que todas as suas regiões se desenvolvam também. E dentro das minhas prioridades cabe um lugar muito importante e especial que é o Nordeste", disse Serra, depois de ter arriscado até alguns passos de dança nordestina com representantes da associação.
Segundo o candidato, os investimentos serão principalmente na área de infraestrutura. "Temos que investir bastante em estradas, ferrovias, portos e aeroportos. E muito em saúde, em segurança e educação, inclusive na educação para o trabalho", destacou. "O Porto de Salvador é hoje o mais engarrafado e o mais precário do Brasil. A mercadoria baiana vai para [o Porto de] Suape, em Pernambuco, e vem para Santos [litoral de São Paulo] para ser exportada, quando poderia ser exportada de lá mesmo, com custos menores para os exportadores e com mais emprego para quem lá mora."
http://www1.folha.uol.com.br/poder/790860-serra-diz-que-pretende-investir-em-distribuicao-de-agua-e-em-moradia-no-nordeste.shtml
26 de ago. de 2010
Marina diz que cidadão deve votar em quem conhece
Agência Brasil
Curitiba – A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta quinta-feira (26/8), em Curitiba, que por mais que os brasileiros tenham confiança no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele não pode dizer em quem se deve votar. “Estamos num país democrático”, ressaltou.
“Quero que o povo pense antes de entregar o Brasil para ser governado por quem não conhecemos direito. Conhecemos o presidente Lula, conhecíamos o Fernando Henrique, o Serra, embora discorde dele. O povo pode até discordar de mim, mas me conhece bem, estou há 16 anos na política”, disse ao tomar café da manhã com os candidatos paranaenses do partido, no Hotel Bourboun, no centro da cidade.
Durante o encontro, ela disse que é muito importante estarem unidos neste momento em que pesquisas de opinião mostram grandes vantagens em relação a outros candidatos . “Sinceramente não é o que sinto nas ruas por onde passo. Não vou ficar brigando com as pesquisas de intenção de voto, já estou acostumada. Quando fui candidata ao Senado pela primeira vez, as pesquisas me colocavam em quarto lugar e ganhei em primeiríssimo lugar.”
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/08/26/noticia_eleicoes2010,i=209935/MARINA+DIZ+QUE+CIDADAO+DEVE+VOTAR+EM+QUEM+CONHECE.shtml
20 de ago. de 2010
Marina diz que não fará uso oportunista da imagem de Lula durante campanha
Vitor Abdala
Da Agência Brasil
Brasília - A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse hoje (20) que não tem por que esconder sua relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas garantiu que não fará uso “oportunista” da imagem de Lula.
“Eu não sou favorável a reescrever a história. A minha história, durante 30 anos, esteve junto à história do presidente Lula, durante cinco anos, como sua ministra. Se a história revela esse ponto de contato naquilo que, sem ferir o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], for necessário se colocar, não vejo por que deva ser escondido. Faz parte da história. Agora, obviamente terei todo o cuidado de não fazer uso oportunista da imagem de quem quer que seja”, disse Marina.
Marina também defendeu a liberdade de imprensa e o controle social que a mídia pode exercer sobre os governantes. “Nós conquistamos a democracia para que a sociedade possa ter diferentes olhares sobre a realidade e as várias realidades desse Brasil diverso. A liberdade de imprensa favorece a construção de um país mais justo, fraterno e solidário”, disse.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/08/20/marina-diz-que-nao-fara-uso-oportunista-da-imagem-de-lula-durante-campanha.jhtm
Da Agência Brasil
Brasília - A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse hoje (20) que não tem por que esconder sua relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas garantiu que não fará uso “oportunista” da imagem de Lula.
“Eu não sou favorável a reescrever a história. A minha história, durante 30 anos, esteve junto à história do presidente Lula, durante cinco anos, como sua ministra. Se a história revela esse ponto de contato naquilo que, sem ferir o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], for necessário se colocar, não vejo por que deva ser escondido. Faz parte da história. Agora, obviamente terei todo o cuidado de não fazer uso oportunista da imagem de quem quer que seja”, disse Marina.
Marina também defendeu a liberdade de imprensa e o controle social que a mídia pode exercer sobre os governantes. “Nós conquistamos a democracia para que a sociedade possa ter diferentes olhares sobre a realidade e as várias realidades desse Brasil diverso. A liberdade de imprensa favorece a construção de um país mais justo, fraterno e solidário”, disse.
http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/08/20/marina-diz-que-nao-fara-uso-oportunista-da-imagem-de-lula-durante-campanha.jhtm
15 de ago. de 2010
Dilma quer financiamento da Caixa para incentivar moradia no campo
Kelly Oliveira
Da Agência Brasil
Em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse hoje (15) que vai aumentar o apoio aos produtores rurais durante visita à Feira do Produtor de Vicente Pires, no Distrito Federal. Ela afirmou que pretende criar uma superintendência ou diretoria na Caixa Econômica Federal para financiar a moradia no campo.
Dilma destacou que no governo de Luiz Inácio Lula da Silva os agricultores tiveram mais acesso ao crédito, passando de R$ 2,2 bilhões na safra de 2001/2002 para R$ 16 bilhões atualmente. E prometeu expandir ainda mais o crédito, investir na assistência técnica aos produtores e reforçar a política de seguro e aposentadoria rural.
Segundo a candidata, políticas sociais, como o Bolsa Família e o Programa Luz para Todos, estão elevando a renda no campo.
Dilma disse que pretende dar atenção ao assentamento de famílias no campo, que chegou a mais de 570 mil famílias no atual governo. Ela rebateu críticas sobre a política de distribuição de terras para os pequenos agricultores. “Essa é uma discussão que eu não vou fazer com meu adversário [José Serra do PSDB]. Essa discussão eu faço com os agricultores do país e com os assentados, porque eles sabem que fizemos uma política pró-agricultor”. Ela acrescentou que “há uma diferença entre quem faz e quem fala durante a eleição”.
Em sua visita à feira, Dilma foi acompanhada dos candidatos ao governo do Distrito Federal pelo PT, Agnelo Queiroz, e ao Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque (PDT).
http://www1.folha.uol.com.br/poder/783390-marina-defende-asilo-a-iraniana-e-critica-politica-externa-brasileira.shtml
Da Agência Brasil
Em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse hoje (15) que vai aumentar o apoio aos produtores rurais durante visita à Feira do Produtor de Vicente Pires, no Distrito Federal. Ela afirmou que pretende criar uma superintendência ou diretoria na Caixa Econômica Federal para financiar a moradia no campo.
Dilma destacou que no governo de Luiz Inácio Lula da Silva os agricultores tiveram mais acesso ao crédito, passando de R$ 2,2 bilhões na safra de 2001/2002 para R$ 16 bilhões atualmente. E prometeu expandir ainda mais o crédito, investir na assistência técnica aos produtores e reforçar a política de seguro e aposentadoria rural.
Segundo a candidata, políticas sociais, como o Bolsa Família e o Programa Luz para Todos, estão elevando a renda no campo.
Dilma disse que pretende dar atenção ao assentamento de famílias no campo, que chegou a mais de 570 mil famílias no atual governo. Ela rebateu críticas sobre a política de distribuição de terras para os pequenos agricultores. “Essa é uma discussão que eu não vou fazer com meu adversário [José Serra do PSDB]. Essa discussão eu faço com os agricultores do país e com os assentados, porque eles sabem que fizemos uma política pró-agricultor”. Ela acrescentou que “há uma diferença entre quem faz e quem fala durante a eleição”.
Em sua visita à feira, Dilma foi acompanhada dos candidatos ao governo do Distrito Federal pelo PT, Agnelo Queiroz, e ao Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque (PDT).
http://www1.folha.uol.com.br/poder/783390-marina-defende-asilo-a-iraniana-e-critica-politica-externa-brasileira.shtml
9 de ago. de 2010
Presidenciáveis falam sobre o que pretendem fazer na área do agronegócio
Agência Brasil
Brasília - A Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) promove hoje (9/8) em São Paulo o 9º Congresso Brasileiro de Agribusiness, com o tema Cenários 2011: Comunicação e Governança. Durante o evento, serão apresentados vídeos, de até 20 minutos, em que os três principais candidatos à Presidência da República - José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) – falarão sobre o que pretendem fazer em relação a seis pilares fundamentais definidos para o setor.
Segundo o coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getulio Vargas, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, representantes do agronegócio elaboraram um documento, entregue aos candidatos, explicando esses seis pilares.
O primeiro deles é a questão da renda dos produtores rurais, condicionada, segundo Rodrigues, a uma política eficaz de crédito rural e preços mínimos e ao fortalecimento do agricultor por meio do cooperativismo. Em seguida, vem a questão da infraestrutura logística, com a prioridade, entre as obras já previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), daquelas que influenciem o escoamento da produção.
O terceiro pilar é a tecnologia. O setor pede que seja regulamentada a ampliação das parcerias entre empresas públicas, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e privadas. Depois aparece a defesa sanitária, onde é reivindicada agilidade na efetivação de acordos internacionais na área e registro de novas moléculas utilizadas na agricultura.
A política comercial é o quinto pilar, com prioridade para acordos bilaterais, deixando os exportadores menos dependentes das negociações dentro do Mercosul. Por último, Rodrigues explica que é preciso uma institucionalização do setor dentro do governo. Segundo ele, há uma política pública, no Ministério da Agricultura, mas seus instrumentos estão divididos por vários ministérios.
“Queremos uma estratégia de governo para o agronegócio. É preciso uma coordenação para a agricultura, com os vários ministérios trabalhando nesse plano de governo”, afirmou. Para o ex-ministro, todos esses pilares devem estar “empacotados sob o tema da responsabilidade ambiental”.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/08/09/politica,i=206707/PRESIDENCIAVEIS+FALAM+SOBRE+O+QUE+PRETENDEM+FAZER+NA+AREA+DO+AGRONEGOCIO.shtml
Dilma diz que representa consolidação do projeto de Lula
Agência Brasil
Rio de Janeiro - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, gravou hoje (9/8) seu programa eleitoral no centro esportivo da comunidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro. Depois da gravação, Dilma disse que representa o “aprofundamento” do projeto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou.
“Tenho orgulho do meu patrimônio que é ter sido coordenadora do governo de um presidente que foi extremamente bem sucedido em desenvolver o Brasil, distribuir renda e incluir a população. Eu represento a consolidação e o aprofundamento do projeto que o presidente Lula inaugurou no Brasil em 2003”, afirmou Dilma.
A candidata disse que vai contar “sistematicamente” com a presença de Lula em seu palanque, quando houver comícios à noite e nos finais de semana. “Não vou diminuir a presença do presidente Lula nos discursos. A presença do presidente Lula nos meus discursos, eu considero fundamental. Não tem a menor hipótese de diminuir”, afirmou.
Quando perguntada sobre o que achava da maior concentração de recursos na campanha de candidatos governistas, Dilma disse que o importante não é a quantidade de recursos, mas a aprovação ou não de um governo pelos eleitores. “Tem governador com 63% de aprovação e outro com 11%. Não é uma questão de desigualdade de recursos é desigualdade de voto. Tem gente que tem o governo e está perdendo eleição”, disse.
21 de jul. de 2010
Plínio Sampaio promete combater desigualdade com reforma agrária
Proposta do candidato do PSOL é acabar com fazendas superiores a mil hectares, que serão divididas entre a população sem terra
O candidato à Presidência da República pelo P-SOL, Plínio Sampaio, disse nesta terça-feira (20) que pretende combater a desigualdade social no país por meio da reforma agrária.
A proposta de Plínio Sampaio é acabar com fazendas superiores a mil hectares. “Nenhuma propriedade com mais de mil hectares. Todas elas devem ser divididas e entregues à população que não tem terra neste país”, afirmou o presidenciável, que distribuiu panfletos para eleitores no final da tarde na rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.
Para Plínio Sampaio, com a distribuição de terra para os trabalhadores, a produção agrícola aumentará e isso vai significar “mais comida na mesa do povo brasileiro”.
O candidato afirmou ser contrário à construção de estádios milionários para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que será realizada no Brasil. Segundo ele, o país já dispõe de estádios, rede hoteleira e aeroportos suficientes para sediar o Mundial.
“Não é necessário fazer um tremendo de um elefante branco, de um estádio fantástico, que depois ficará vazio e não cuidar da nossa gente. Isso é uma chantagem de grupos estrangeiros e não devemos aceitar”, disse Plínio Sampaio, que fez a panfletagem acompanhado de Toninho do P-SOL, candidato do partido ao governo do Distrito Federal.
Agência Brasil
O candidato à Presidência da República pelo P-SOL, Plínio Sampaio, disse nesta terça-feira (20) que pretende combater a desigualdade social no país por meio da reforma agrária.
A proposta de Plínio Sampaio é acabar com fazendas superiores a mil hectares. “Nenhuma propriedade com mais de mil hectares. Todas elas devem ser divididas e entregues à população que não tem terra neste país”, afirmou o presidenciável, que distribuiu panfletos para eleitores no final da tarde na rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.
Para Plínio Sampaio, com a distribuição de terra para os trabalhadores, a produção agrícola aumentará e isso vai significar “mais comida na mesa do povo brasileiro”.
O candidato afirmou ser contrário à construção de estádios milionários para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que será realizada no Brasil. Segundo ele, o país já dispõe de estádios, rede hoteleira e aeroportos suficientes para sediar o Mundial.
“Não é necessário fazer um tremendo de um elefante branco, de um estádio fantástico, que depois ficará vazio e não cuidar da nossa gente. Isso é uma chantagem de grupos estrangeiros e não devemos aceitar”, disse Plínio Sampaio, que fez a panfletagem acompanhado de Toninho do P-SOL, candidato do partido ao governo do Distrito Federal.
Zé Maria quer moratória da dívida externa para investir no social
Em sabatina, candidato defende a suspensão do pagamento para investimentos em saúde, educação e moradia popular
O candidato à Presidência pelo PSTU, Zé Maria, afirmou nesta terça-feira (20) que a prioridade de seu plano de governo é assegurar o acesso a serviços básicos à população. Para isso, defende a suspensão do pagamento da dívida externa e o investimento desse dinheiro em saúde, educação, habitação e geração de emprego.
“Não vou pagar a dívida externa, para investir em saúde, educação e moradia popular”, afirmou, após participar de sabatina promovida pelo portal R7, em São Paulo.
Metalúrgico e um dos fundadores da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Zé Maria disse a jornalistas que pretende instituir no Brasil um governo socialista. Propôs a estatização das empresas para o aumento do emprego no país e também mudanças em políticas de distribuição de renda para que a população se torne menos “dependente”.
Segundo o candidato, o Programa Bolsa Família, criado em 2004 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é uma “ajuda imoral” aos pobres e precisa ser extinta. Zé Maria, inclusive, disse que, caso seja eleito, pretende acabar com o programa nos quatro anos de seu mandato.
“Precisamos investir na geração de emprego. Claro que o Bolsa Família é uma ajuda emergencial necessária. Mas se usarmos os recursos que temos de uma outra forma, é perfeitamente possível acabarmos com essa necessidade em quatro anos”.
Zé Maria disse ainda que o Bolsa Família cria um “curral eleitoral” entre os seus beneficiados. Dessa forma, prejudica ainda mais o processo de escolha do próximo presidente da República, que já não é totalmente democrático na opinião do candidato.
Esse processo, segundo ele, já está “maculado”. O candidato disse que não é justo que alguns candidatos utilizem-se de R$ 200 milhões para financiar sua campanha, enquanto outros usam R$ 300 mil. Também não é aceitável que um candidato tenha direito a dez minutos do horário eleitoral gratuito e outros menos de um minuto.
“Tempos iguais, financiamentos iguais”, disse ele, que terá 55 segundos dos 30 minutos do horário eleitoral obrigatório exibido em emissoras de rádio e televisão. “Não é correto que o eleitor vote sem nem mesmo conhecer os candidatos”.
http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/ze+maria+quer+moratoria+da+divida+externa+para+investir+no+social/n1237724416217.html
Agência Brasil
O candidato à Presidência pelo PSTU, Zé Maria, afirmou nesta terça-feira (20) que a prioridade de seu plano de governo é assegurar o acesso a serviços básicos à população. Para isso, defende a suspensão do pagamento da dívida externa e o investimento desse dinheiro em saúde, educação, habitação e geração de emprego.
“Não vou pagar a dívida externa, para investir em saúde, educação e moradia popular”, afirmou, após participar de sabatina promovida pelo portal R7, em São Paulo.
Metalúrgico e um dos fundadores da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Zé Maria disse a jornalistas que pretende instituir no Brasil um governo socialista. Propôs a estatização das empresas para o aumento do emprego no país e também mudanças em políticas de distribuição de renda para que a população se torne menos “dependente”.
Segundo o candidato, o Programa Bolsa Família, criado em 2004 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é uma “ajuda imoral” aos pobres e precisa ser extinta. Zé Maria, inclusive, disse que, caso seja eleito, pretende acabar com o programa nos quatro anos de seu mandato.
“Precisamos investir na geração de emprego. Claro que o Bolsa Família é uma ajuda emergencial necessária. Mas se usarmos os recursos que temos de uma outra forma, é perfeitamente possível acabarmos com essa necessidade em quatro anos”.
Zé Maria disse ainda que o Bolsa Família cria um “curral eleitoral” entre os seus beneficiados. Dessa forma, prejudica ainda mais o processo de escolha do próximo presidente da República, que já não é totalmente democrático na opinião do candidato.
Esse processo, segundo ele, já está “maculado”. O candidato disse que não é justo que alguns candidatos utilizem-se de R$ 200 milhões para financiar sua campanha, enquanto outros usam R$ 300 mil. Também não é aceitável que um candidato tenha direito a dez minutos do horário eleitoral gratuito e outros menos de um minuto.
“Tempos iguais, financiamentos iguais”, disse ele, que terá 55 segundos dos 30 minutos do horário eleitoral obrigatório exibido em emissoras de rádio e televisão. “Não é correto que o eleitor vote sem nem mesmo conhecer os candidatos”.
http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/ze+maria+quer+moratoria+da+divida+externa+para+investir+no+social/n1237724416217.html
14 de jun. de 2010
Convenção do PSB formaliza apoio à Dilma Rousseff
Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Em uma convenção discreta, na sede do partido em Brasília, o PSB formalizou hoje (14) o apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. A convenção não contou com as presenças do deputado Ciro Gomes (CE) - obrigado pela legenda a desistir da ideia de se lançar na disputa presidencial - e do irmão dele, o governador do Ceará, Cid Gomes.
Presidente da legenda, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, disse que o partido vai promover, no final de julho, um seminário com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata Dilma Rousseff. Nesse seminário, o PSB entregará à Dilma uma lista de proposições do partido que incluem incentivar o desenvolvimento regional e o crescimento econômico de forma sustentável, priorizar a educação para formação de recursos humanos e estimular investimentos.
“Esses são os grandes eixos que vão marcar a contribuição do PSB”, disse Eduardo Campos, que também minimizou as ausências de Ciro Gomes e de partidários ligados ao deputado. “A ausência dele demonstra que ele ainda não entrou no debate da sucessão e nós respeitamos isso. Cada um tem o seu tempo. O importante é que ele já disse que seguirá a decisão do partido. Ele já disse a todos que a decisão dele é a decisão do PSB”, disse Eduardo Campos.
Com a decisão dos socialistas, a candidatura petista já conta com apoios formais de quatro grandes legendas: PMDB, PR, PDT e PSB. O PCdoB, aliado tradicional do PT, se reunirá em convenção no próximo dia 16, em Brasília.
O PSB tem dois ministérios no governo Lula: a Secretaria Especial de Portos e Aeroportos e a pasta de Ciência e Tecnologia. No primeiro mandato de Lula, os socialistas ainda ocuparam a pasta da Integração Nacional, com Ciro Gomes no comando.
Edição: Vinicius Doria
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=975956
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Em uma convenção discreta, na sede do partido em Brasília, o PSB formalizou hoje (14) o apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. A convenção não contou com as presenças do deputado Ciro Gomes (CE) - obrigado pela legenda a desistir da ideia de se lançar na disputa presidencial - e do irmão dele, o governador do Ceará, Cid Gomes.
Presidente da legenda, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, disse que o partido vai promover, no final de julho, um seminário com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata Dilma Rousseff. Nesse seminário, o PSB entregará à Dilma uma lista de proposições do partido que incluem incentivar o desenvolvimento regional e o crescimento econômico de forma sustentável, priorizar a educação para formação de recursos humanos e estimular investimentos.
“Esses são os grandes eixos que vão marcar a contribuição do PSB”, disse Eduardo Campos, que também minimizou as ausências de Ciro Gomes e de partidários ligados ao deputado. “A ausência dele demonstra que ele ainda não entrou no debate da sucessão e nós respeitamos isso. Cada um tem o seu tempo. O importante é que ele já disse que seguirá a decisão do partido. Ele já disse a todos que a decisão dele é a decisão do PSB”, disse Eduardo Campos.
Com a decisão dos socialistas, a candidatura petista já conta com apoios formais de quatro grandes legendas: PMDB, PR, PDT e PSB. O PCdoB, aliado tradicional do PT, se reunirá em convenção no próximo dia 16, em Brasília.
O PSB tem dois ministérios no governo Lula: a Secretaria Especial de Portos e Aeroportos e a pasta de Ciência e Tecnologia. No primeiro mandato de Lula, os socialistas ainda ocuparam a pasta da Integração Nacional, com Ciro Gomes no comando.
Edição: Vinicius Doria
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13 de jun. de 2010
Dilma defende parcerias para ampliar avanços do governo Lula
Iolando Lourenço e Renata Giraldi
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Ao ser formalizada a candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, defendeu hoje (13) que os governos estaduais e municipais trabalhem em conjunto com a União. Segundo ela, apenas um governo de integração será capaz de promover melhorias nas áreas de educação, saúde, segurança, emprego, ciência e tecnologia, além de estimular o desenvolvimento agrícola e industrial no país.
Comparando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os dos antecessores, Dilma destacou os avanços obtidos. “Quebramos o tabu e provamos que incluir os mais fracos e necessitados é um avanço”, disse a ex-ministra, citando conquistas em diversos setores a partir da estabilidade e do desenvolvimento econômicos. “É um caminho indispensável e, sobretudo, um caminho que leva ao desenvolvimento”, afirmou.
A candidata reiterou que, se eleita, fará uma gestão de coalizão. “É preciso somar forças hoje para alargar ainda mais o caminho aberto pelo presidente Lula. Estamos juntos para seguir mudando. Vamos debater, vamos esclarecer ao povo que somos diferentes dos outros candidatos. Depois de eleitos, vamos governar para todos os brasileiros”, afirmou.
Dilma disse ainda que, caso vença a disputa presidencial, o seu governo será semelhante ao de Lula, mas com características femininas. “Uma mulher que fará um Brasil de Lula, mas com alma e coração de mulher. O nosso presidente Lula mudou o Brasil. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança”, disse.
“É seguir com a mudança para diminuir as desigualdades entre as pessoas. A distância entre o sonhar e o fazer pode ser bem mais curta do que a gente imagina desde que tenha a coragem e a competência.”
Em votação simbólica no final da manhã de hoje, os petistas aprovaram a formalização da candidatura de Dilma à Presidência da República e a indicação do deputado Michel Temer (PMDB-SP) para vice na chapa dela. O clima que predominou no evento foi o de homenagem às mulheres. Famosas e desconhecidas ganharam citações de vários participantes, inclusive de Lula.
Edição: Juliana Andrade
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=975391
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Ao ser formalizada a candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, defendeu hoje (13) que os governos estaduais e municipais trabalhem em conjunto com a União. Segundo ela, apenas um governo de integração será capaz de promover melhorias nas áreas de educação, saúde, segurança, emprego, ciência e tecnologia, além de estimular o desenvolvimento agrícola e industrial no país.
Comparando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os dos antecessores, Dilma destacou os avanços obtidos. “Quebramos o tabu e provamos que incluir os mais fracos e necessitados é um avanço”, disse a ex-ministra, citando conquistas em diversos setores a partir da estabilidade e do desenvolvimento econômicos. “É um caminho indispensável e, sobretudo, um caminho que leva ao desenvolvimento”, afirmou.
A candidata reiterou que, se eleita, fará uma gestão de coalizão. “É preciso somar forças hoje para alargar ainda mais o caminho aberto pelo presidente Lula. Estamos juntos para seguir mudando. Vamos debater, vamos esclarecer ao povo que somos diferentes dos outros candidatos. Depois de eleitos, vamos governar para todos os brasileiros”, afirmou.
Dilma disse ainda que, caso vença a disputa presidencial, o seu governo será semelhante ao de Lula, mas com características femininas. “Uma mulher que fará um Brasil de Lula, mas com alma e coração de mulher. O nosso presidente Lula mudou o Brasil. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança”, disse.
“É seguir com a mudança para diminuir as desigualdades entre as pessoas. A distância entre o sonhar e o fazer pode ser bem mais curta do que a gente imagina desde que tenha a coragem e a competência.”
Em votação simbólica no final da manhã de hoje, os petistas aprovaram a formalização da candidatura de Dilma à Presidência da República e a indicação do deputado Michel Temer (PMDB-SP) para vice na chapa dela. O clima que predominou no evento foi o de homenagem às mulheres. Famosas e desconhecidas ganharam citações de vários participantes, inclusive de Lula.
Edição: Juliana Andrade
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=975391
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